InquirerSara Duterte trial: Prosecution forgoes CSC exec as witnessPunchSoludo’s wife donates relief materials to rehabilitated inmatesRTP DesportoJoão Ferreira e Filipe Palmeiro venceram a Baja de ReguengosBollywood HungamaEXCLUSIVE: Nani, Raghav Juyal, Sonali Kulkarni and Kayadu Lohar to attend MEGA The Paradise event in Mumbai ahead of releaseInquirer EntertainmentKim Chiu’s sis Lakam under police custody after arrest for qualified theftUOLVeja a previsão do tempo para Ivaiporã nesta segunda (21)ColliderThe Biggest Sci-Fi Hit of 2026 Is Officially Back in the Streaming SpotlightAntara NewsIndonesia eyes coal liquefaction to boost energy securityDeadlineEagle Eye Drama Acquires ‘The Great Dictator’, Matthew Sweet’s Biography Of Barbara Cartlandالشرقوزير الخارجية السعودي يبحث مستجدات الأوضاع الإقليمية هاتفياً مع نظرائه في الكويت ومصر وتركياCBS NewsIran warns new U.S. assault would see it expand "geography of the war"Egypt IndependentPM, CBE Governor discuss economic reforms, FX reserves
The Daily Newsstand · Free, Always
Monday, September 21, 2026

Navios de guerra da Nova Zelândia atravessam Estreito de Taiwan

Translate

Dois navios de guerra da Nova Zelândia atravessaram o Estreito de Taiwan no fim da semana passada, informou a Força de Defesa neozelandesa nesta segunda-feira (21), em meio à tensão sobre a via marítima reivindicada pela China e considerada águas internacionais por Taiwan e pelos Estados Unidos.

Como a maioria dos países, a Nova Zelândia não mantém relações diplomáticas formais com Taiwan, mas Taipei considera o país um importante parceiro democrático com visões semelhantes, e ambos mantêm embaixadas de fato nas respectivas capitais.

As passagens, realizadas em 18 de setembro pela fragata Te Mana e pelo navio-tanque Aotearoa, fizeram parte de uma missão de três meses na região do Indo-Pacífico, informou um porta-voz da Força de Defesa.

“Os deslocamentos da Força de Defesa da Nova Zelândia na região demonstram nosso interesse e compromisso contínuos com a região”, acrescentou o porta-voz em comunicado.

Leia Mais

O primeiro-ministro Christopher Luxon classificou a passagem como “uma atividade de rotina” e disse que não esperava uma reação negativa da China, principal parceiro comercial do país.

“É realizada de maneira segura e profissional. É realizada de acordo com o direito internacional, em águas internacionais”, disse Luxon a jornalistas em Wellington.

O Ministério da Defesa da China não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.

A China, que reivindica Taiwan, governado democraticamente, como parte de seu território, afirma ser o único país com soberania e jurisdição sobre o estreito, embora Taipei rejeite as alegações de Pequim.

Estados Unidos e Taiwan afirmam que o estreito é uma via marítima internacional e uma importante rota comercial, utilizada por cerca de metade dos navios porta-contêineres do mundo. A Nova Zelândia é um dos apenas dois grandes países, ao lado de Cingapura, que possuem um acordo de livre comércio com Taiwan.

O Ministério da Defesa de Taiwan afirmou que, por o estreito ser uma via marítima internacional, todos os países têm liberdade de navegação.

O ministério acrescentou, em comunicado, que “não divulgará proativamente as atividades de aeronaves e embarcações de países aliados e parceiros”.

O Aotearoa foi monitorado e seguido por forças chinesas durante sua última passagem pelo estreito, em novembro de 2025, disse à Reuters uma fonte com conhecimento da situação.

Durante aquela passagem, navios e aeronaves chineses monitoraram o Aotearoa, enquanto caças chineses realizaram ataques simulados, acrescentou a fonte.

Navios de guerra dos Estados Unidos atravessam o estreito a cada poucos meses, provocando críticas de Pequim. Alguns aliados americanos, como Canadá e Reino Unido, também realizam passagens ocasionais.

A China, que nunca renunciou ao uso da força para colocar Taiwan sob seu controle, intensificou as atividades militares ao redor da ilha nos últimos cinco anos, incluindo a realização de exercícios militares.

View the original on CNN Brasil

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.