Como cuidar da planta-fantasma
Nativa do México, a planta-fantasma (Graptopetalum paraguayense) é conhecida por esse nome em razão da cera esbranquiçada que protege suas folhas carnudas, dando-lhes um tom mais acinzentado ou levemente rosado, ou azulado.
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A seguir, Bárbara Sales, bióloga especialista do Instituto Inhotim, em Brumadinho (MG), explica como cultivar essa suculenta.
Luz
Deve ficar em sol pleno ou meia-sombra. Quanto mais sol direto receber, mais compacta fica a roseta e mais evidentes são as nuances rosadas ou arroxeadas. Na sombra, fica verde-opaca, alongada e com folhas frágeis que despencam ao toque.
Rega
Só regue se o substrato estiver completamente seco. Para saber o momento certo de molhar, a melhor dica é enfiar o dedo na terra. Se ainda estiver úmida, espere. Se as folhas inferiores perderem a firmeza, é sinal de que a planta precisa de água.
Ao regar, evite molhar as folhas. Direcione o bico do regador estritamente para o substrato ao redor da base da planta.
Adubo
Uma boa opção é incorporar uma mistura suave de húmus com farinha de ossos ao substrato na borda do vaso uma vez na primavera e outra no verão.
Também é possível aplicar um fertilizante próprio para suculentas a cada 45 dias —use a metade da dose recomendada pelo fabricante e dilua bem. Suspenda a adubação no outono e no inverno.
Dica
Para o substrato, misture uma parte de terra vegetal com duas partes de areia grossa lavada ou perlita.
A planta resiste bem a ambientes secos de ar-condicionado graças à espessa camada de cera protetora, mas precisa ficar em um local onde bata sol.
Uma dica importante: nunca passe o dedo ou pano nas folhas. A cera que dá o efeito "fantasma" é uma barreira natural contra queimaduras solares e perda de água. Se for removida, a planta não consegue regenerá-la.
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