Malvinas. Burnham: Londres mantem-se "firme" perante ameaças

Acompanhe o nosso liveblog sobre os conflitos internacionais
O primeiro-ministro britânico afirmou em Nova Iorque, durante a Assembleia Geral da ONU, que Londres vai manter-se “firme perante qualquer ameaça ou desafio” ao Estado de direito, nomeadamente no que diz respeito às Ilhas Malvinas.
“Manter-nos-emos firmes perante qualquer ameaça e desafio ao Estado de direito, não só da Rússia, mas também de outros, incluindo quando ameaçam os direitos dos territórios britânicos de continuarem a ser britânicos, como as Ilhas Malvinas“, afirmou Andy Burnham na terça-feira, durante o discurso perante a 81.ª Assembleia Geral das Nações Unidas, que decorre até 28 de setembro.
As declarações surgem num momento de renovada tensão entre a Argentina e o Reino Unido devido à soberania destas ilhas, administradas pelo Reino Unido desde 1833 e reivindicadas por Buenos Aires.
[Dois meses após o desaparecimento, e já depois de o genro, Raymond Quendoz, lhes ter anunciado que ia divorciar-se dela, os Silva Pais recebem finalmente notícias da filha. Annie está bem. Recusa dar detalhes sobre o seu paradeiro mas há cada vez mais evidências de que fugiu do marido para se juntar à revolução cubana. E, se isso aconteceu, uma coisa é certa: Annie tem de ter tido a ajuda e o aval do próprio Fidel Castro. Resta apenas saber porquê. Já pode ouvir o segundo episódio de “Os Escândalos de uma Revolucionária”, o novo Podcast Plus do Observador. Está disponível no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube.]
O Governo argentino do Presidente Javier Milei endureceu, nas últimas semanas, as medidas contra empresas que operam no arquipélago sem autorização argentina e enviou ao Congresso um projeto de lei de Defesa da Soberania Nacional.
O projeto reforça as sanções pela exploração não autorizada de recursos naturais nas Malvinas e agrava as penas por atividades relacionadas com a exploração e extração de hidrocarbonetos.
A iniciativa prevê também penas de prisão até 15 anos para determinadas campanhas de desinformação financiadas ou dirigidas a partir do estrangeiro.
KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.