ESPNFollow live: Rays extend lead after another defensive miscue by YankeesESPN DeportesEN VIVO: Rays recupera ventaja con ataque en la quintaThe Jerusalem PostBoard of Peace ‘not stepping back’ from Gaza plan ahead of Israeli elections - reportInquirerDefense team did not intend to threaten anyone – PoaPunchNigeria overtakes four nations in Africa investment ranking한겨레‘알래스카 LNG 추진계획’ 빠진 산업부 업무보고…국감서 “국익 최우선” 강조VarietySkydance to Fully Reorganize International; Kevin MacLellan Will Not Lead Key GroupZDF heuteAktuelle Pressemitteilungen des ZDFUOLApucarana aprova idade mínima de 16 anos para scooter, bikes e patinetes elétricosNew Straits TimesBahrain part ways with Talajic after Gulf Cup early exit3DNewsБывшие инженеры Groq подали в суд на правление из-за неправомерной сделки с Nvidia경향신문유류세 인하 5년…온실가스 400만t 감축 기회 놓쳤다
The Daily Newsstand · Free, Always
Tuesday, October 6, 2026

Milho/Imea: consumo em MT deve superar exportações em 2026/27, a 27,09 mi de t

Translate

São Paulo, 05/10 - O milho de Mato Grosso deve ficar mais dentro do próprio Estado do que seguir para o exterior na safra 2026/27. Pelas contas do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), o consumo interno deve chegar a 27,09 milhões de toneladas no ciclo, alta de 16,20% ante 2025/26 e 9,59 milhões de toneladas acima das exportações, projetadas em 17,50 milhões de toneladas. Os números constam do relatório de oferta e demanda divulgado nesta segunda-feira (5).Na série do balanço, que começa em 2022/23, será a primeira vez que o consumo no Estado ultrapassará os embarques. No ciclo 2022/23, Mato Grosso consumiu 15,08 milhões de toneladas e exportou 29,98 milhões de toneladas. Em 2025/26, as duas linhas estão próximas: 23,31 milhões de toneladas para o consumo interno e 24,10 milhões de toneladas para as exportações. Para o Imea, a continuidade da competitividade do milho na alimentação animal mantém o consumo interno em trajetória de crescimento.As exportações devem recuar 27,39% em 2026/27, de 24,10 milhões para 17,50 milhões de toneladas. O fluxo interestadual, que é o milho que sai de Mato Grosso para consumo em outros Estados, também deve cair: 9,50 milhões de toneladas, queda de 13,64% ante as 11,00 milhões de toneladas de 2025/26. A demanda total é estimada em 54,09 milhões de toneladas, 7,40% menos.No ciclo atual, que vai de julho a junho, o ritmo dos embarques é o ponto de atenção. O Imea afirma que as exportações no início do período estão abaixo das registradas na mesma etapa da temporada passada, diante da menor competitividade do milho mato-grossense no mercado internacional. Como parte relevante do escoamento ainda está pela frente, uma retomada pode levar os embarques aos 24,10 milhões de toneladas projetados.Do lado da produção, o instituto manteve as estimativas para 2026/27: área de 7,48 milhões de hectares (alta de 0,59%), produtividade de 119,64 sacas por hectare (queda de 8,05%) e produção de 53,68 milhões de toneladas, recuo de 7,50% ante os 58,04 milhões de toneladas de 2025/26. A área segue sustentada, segundo o Imea, pela expectativa de ampliação da demanda doméstica, que tende a intensificar a disputa pelo cereal no mercado estadual e favorecer a sustentação dos preços. Somada a um estoque inicial de 0,60 milhão de toneladas, a oferta total deve chegar a 54,29 milhões de toneladas, 8,01% abaixo da de 2025/26.Com consumo maior e oferta menor, deve sobrar pouco milho no fim do ciclo. O estoque final de 2026/27 foi reduzido para 199,93 mil toneladas, queda de 29,87% frente ao relatório anterior e de 66,79% na comparação com 2025/26. O volume equivaleria a menos de dois dias da demanda total estimada para a safra. Em 2025/26, os estoques finais foram ajustados para 601,95 mil toneladas, recuo de 6,61% no mês e de 38,24% sobre a safra anterior, por causa da revisão positiva no consumo interno, que subiu 0,18% no mês e 15,10% ante o ciclo anterior. O Imea atribui a alta ao maior uso do cereal na formulação de ração animal, favorecido pela competitividade frente a outros insumos.A produtividade é estimada em 119,64 sacas por hectare e considera os riscos de precipitação e temperatura, da janela de semeadura e do El Niño. A soja 2026/27, que antecede o milho segunda safra, está em fase inicial de semeadura, e o ritmo do plantio, somado ao clima, vai definir qual parcela do milho poderá ser implantada dentro da janela considerada ideal. Para o Imea, "neste momento, ainda não há elementos suficientes a campo que justifiquem uma revisão do cenário inicialmente projetado". O instituto afirma que os próximos meses devem dar mais definição ao quadro, à medida que a semeadura e o desenvolvimento da soja avancem.

View the original on UOL →

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.