ESPNAre the Longhorns laying too many points in Knoxville?RTP Desporto"Ruído impede que arbitragem se abra para fora" - Fontelas GomesThe Jerusalem PostFirst day of United Nations General Assembly highlights criticism of Israel's regional activityDaily MaverickFEMINIST HISTORY: Pacifist Emily Hobhouse’s 1926 state funeral to be brought back to life in BloemfonteinInquirerPH may achieve full electrification only by 2033 – lawmakerIl Fatto QuotidianoLa Russia respinge la proposta di negoziati di pace di Zelensky. Trump apre alla produzione dei missili Patriot in Ucraina: “Possibile”Digital SpyBBC unveils first look at coastal town-set drama centred on an 'unlikely duo caught up in a crime'VanguardMLS club sacks coach after sexist remark to female refereeStraits Times SportLA28 unveils Venice Beach triathlon courses for 2028 OlympicsKhaosod EnglishAmerican Fair coming to Korat for US 250th anniversaryReality BlurredDancing with the Stars season 35 recap: holes start to showEgypt IndependentTemperatures across Egypt to drop following humidity as Autumn begins
The Daily Newsstand · Free, Always
Wednesday, September 23, 2026

OCDE revê em baixa crescimento da zona euro em 2027

Translate

A economia da zona euro deverá crescer 1% em 2026 e em 2027, segundo as previsões da OCDE, que está mais otimista para este ano mas mais pessimista em relação ao desempenho da economia no próximo. A OCDE prevê ainda que a economia global vai crescer 2,9% em 2026 e 3% em 2027, segundo as projeções atualizadas divulgadas esta quarta-feira.

Para a zona euro, a OCDE estima que o crescimento permaneça moderado, em 1% tanto em 2026 como em 2027, com a recente subida nos preços da energia e as taxas de juro mais elevadas a pressionar a atividade económica.

Ainda assim, a organização acredita que estes impactos devem diminuir à medida que os preços da energia recuam e novas iniciativas de gastos com defesa ganham força.

A estimativa para 2026 foi revista em alta em 0,2 pontos percentuais, mas para 2027 é inferior em 0,2 pontos percentuais face às previsões de junho.

Entre os países para os quais a organização divulga previsões neste relatório intermédio, a Alemanha, a Itália e a Espanha viram as estimativas para este ano serem revistas em alta, para 1,1%, 0,9% e 2,6%, respetivamente.

Já para França, a OCDE reviu em baixa as projeções em 0,3 pontos percentuais para 0,4% em 2026 e em 0,1 pontos percentuais para 0,7% em 2027.

Quanto à inflação, a OCDE antecipa que a taxa permaneça elevada na zona euro no curto prazo, em parte devido ao recente aumento acentuado dos preços do gás, antes de recuar ligeiramente, passando de 3% em 2026 para 2,9% em 2027.

OCDE prevê crescimento da economia global de 2,9% em 2026 e 3% em 2027

“Pressões inflacionistas mais intensas, crescimento mais fraco do rendimento real e taxas de juros mais elevadas vão moderar o ritmo de crescimento no curto prazo em muitas economias”, indica a OCDE, mas “a atividade robusta relacionada com a IA e a previsão de queda nos preços de energia, em linha com os mercados futuros para o próximo ano, ajudarão a fortalecer a atividade ao longo de 2027”.

A previsão para 2026 foi revista em alta em 0,1 pontos percentuais, face ao relatório de junho, enquanto a projeção para 2027 foi revista em baixa em 0,1 pontos percentuais.

A organização salienta que na primeira metade do ano, o crescimento global desacelerou, mas “manteve-se resiliente em muitos países, apesar dos efeitos adversos do conflito no Médio Oriente”, nomeadamente devido a fatores como reservas de petróleo elevadas, oferta adicional proveniente de fora das economias do Golfo e medidas governamentais discricionárias de apoio, que amorteceram o impacto na economia global.

Já a atividade “robusta e contínua” relacionada com a IA também impulsionou o investimento, a produção e o comércio.

A OCDE ressalva ainda assim que as perspetivas económicas globais continuam fortemente dependentes da obtenção de uma solução duradoura para o conflito no Médio Oriente, tendo em conta que os preços da energia voltaram a subir recentemente, e as margens de refinação elevadas estão a exercer pressão adicional sobre os preços ao consumidor e os custos das empresas.

A inflação deverá acelerar no curto prazo, estima ainda a organização, refletindo a subida dos preços das matérias-primas, antes de desacelerar gradualmente em 2027, à medida que a moderação dos preços da energia e uma política monetária mais restritiva ajudam a conter pressões mais amplas sobre os preços.

View the original on Observador Desporto

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.