ESPNNHL Rank: From 1 to 100, who will be the best players in 2026-27?RTP Desporto18h30 Pavlidis aumentado e a polémica CR/JJThe Jerusalem PostILF launches dictionary to reclaim 'hijacked' terms related to October 7, Israel-Hamas warInquirerDTI maps halal calamansi supply chain in Oriental MindoroBollywood HungamaEXCLUSIVE: Kareena Kapoor Khan’s mystery helmet post decoded! She has teamed up with F1 champion Lando Norris for a global collaboration, say sourcesESPN DeportesMessi y Cristiano Ronaldo, diferentes hasta para irsePopular SciencePink, pretty, and protective. A dumbo octopus is here with a message from the deep-sea.DeadlineNBC Developing Series Based On Finland’s ’66th North Precinct’ From ‘The Irrational’ Creator Arika MittmanZDF heuteAktuelle Pressemitteilungen des ZDF7sur7L’OMS “pas en mesure” de mener une évaluation complète des risques après la mort d’une laborantine en SibérieEuronewsTrump mocks Sheinbaum over Gulf of Mexico and imitates her alleged reaction: 'No, no, please'BBC News BrasilLula pode virar no segundo turno? As 5 batalhas do petista a partir de agora
The Daily Newsstand · Free, Always
Wednesday, October 7, 2026

Entenda a nova confusão envolvendo Angra, ex-membros e Eduarda Campopiano

Translate

Banda publicou nota buscando se desvencilhar de posicionamentos de ex-membros, após comentários críticos à deputada estadual que se descreve como ‘maior inimiga das feministas’

Igor Miranda (@igormirandasite)

COMPARTILHE WhatsApp Icon Facebook Icon Flipboard Gmail
Angra em 2026 (E-D): Marcelo Barbosa, Rafael Bittencourt, Alírio Netto, Felipe Andreoli e Bruno Valverde (Foto: Rafael Karelisky)
Angra em 2026 (E-D): Marcelo Barbosa, Rafael Bittencourt, Alírio Netto, Felipe Andreoli e Bruno Valverde (Foto: Rafael Karelisky)

O Angraverso está em polvorosa. Na noite da última terça-feira, 6, o Angra publicou uma nota de esclarecimento na qual busca se desvencilhar de posicionamentos de ex-integrantes. Mas o que aconteceu?

A história começa na segunda-feira, 5, quando uma suposta captura de tela trouxe Kiko Loureiro, guitarrista do grupo entre 1992 e 2015, comentando “credo” em uma foto da deputada estadual eleita Eduarda Campopiano (PL). Na imagem, a política, notória por seu discurso antifeminista, aparece com uma camiseta do Angra (via site Igor Miranda).

Após a repercussão, Loureiro negou ter feito qualquer comentário. “Recebi a notícia mencionando que eu havia comentado nesse post e vim aqui descobrir do que se tratava. Eu nunca escrevi nenhum comentário aqui, eu nem sabia a existência dessa candidata até ontem. Comentário nunca existiu”, disse. No entanto, o responsável por publicar a foto de Campopiano — o cabeleireiro Anderson Bonani — refutou a versão do músico e disse que a publicação do músico, de fato, existiu.

“Ele [Kiko] apagou [o primeiro comentário] porque eu comentei que ia processar. Poxa, que pena, ia ganhar uma grana danos morais […]. A foto é minha e no meu studio. Eu corto o cabelo dela como uma cliente normal e assim, vejo uma p*t@ falta de ética profissional desse guitarrista que já passou faz tempo. Muitos jovens nem sabem quem é […]. O que ela teve de votos ele nunca teve de fãs. Ele tinha que ter orgulho da camiseta e parar de fazer comentários na página dos outros. Já já ele vai tomar é um belo de um processo meu, isso sim, meu post minha página e minha conta.”

O baterista Marco Antunes, que integrou o grupo entre 1991 e 1993, recorreu às redes para criticar Eduarda de forma ainda mais ácida. Ele declarou:

“Tira essa camiseta, fascistinha de m*rda, demônio precoce. Como cofundador e anjo brabo precoce, te declaro excomungada. E vá para o raio que o parta, psicopatinha de m*rda. É cada coisa que a gente gostaria de ‘desver’.”

O comunicado do Angra

Diante disso, o Angra — que já não conta mais com Loureiro ou Antunes, embora o primeiro citado ainda siga como sócio e envolvido nas decisões — publicou um comunicado para se afastar de eventuais pronunciamentos de ex-integrantes. De acordo com a banda, tais manifestações são estritamente pessoais. Leia o comunicado:

“O Angra esclarece que não tem qualquer responsabilidade ou envolvimento com manifestações recentemente publicadas por ex-integrantes da banda. Tais opiniões são de caráter estritamente pessoal e não representam o Angra nem seus atuais integrantes. Alguns canais e veículos de comunicação vêm repercutindo o assunto de maneira imprecisa, associando essas manifestações à banda. Essa associação não corresponde aos fatos.

Há 35 anos, o Angra se orgulha de levar a música e a cultura brasileira para o mundo, em toda a sua diversidade. Respeitamos a pluralidade de opiniões e ideologias de nosso público e consideramos a liberdade de expressão de nossos fãs um princípio fundamental, independentemente de concordarmos ou não com suas opiniões. Seguimos focados na música, na nossa história e, principalmente, nos nossos fãs.”

Reações

A publicação do grupo gerou reações mistas nas redes sociais. Internautas acreditam que o quinteto não deveria ter se posicionado de tal forma. Confira um pouco da repercussão a seguir.

Angra fechou os comentários no instagram, tão com medo de que porra? O metal é político, se posicionem, assim como seus ex membros, nojo!

— Elle🩸𝓓𝓮𝓬𝓪𝓭𝓮𝓼🩸 (@blackdamazk) October 6, 2026

vergonha demais do angra ser uma banda brasileira e ter esse posicionamento de merda!
isentao no rock é a cabecinha do meu grelo desbanda logo https://t.co/wZ0vwuh1XI

— barbie do lixao (@lixaodabarbie) October 6, 2026

BOA ANGRA!
Não se opõe ao fascismo!
Não se opõe a uma mulher que se orgulha de dizer que apoia a exploração de outras mulheres…

pqp o André Matos deve tá caducando no céu… https://t.co/3bgU9esBH1

— ⭐️PDC (@paidocirilo) October 6, 2026

https://twitter.com/Didi_Ramone/status/2107618110538952995

As opiniões de Eduarda Campopiano

Apresentando-se como “a maior inimiga das feministas de São Paulo”, Eduarda Campopiano tem 23 anos e exerceu mandato de vereadora a partir de 2024 na cidade de Praia Grande (SP). Entre suas controvérsias mais notórias (via g1), a deputada estadual eleita já:

— declarou que “não deve nada ao feminismo”;
— afirmou que “homem é homem e mulher é mulher” (ao abordar questões de transexualidade);
— chamou a deputada federal Erika Hilton (Psol) de “homem biológico” (em publicação online pela qual é acusada de transfobia e violência de gênero” em denúncia formalizada no Ministério Público);
— disse em uma filmagem que “vestibular não é para ser inclusivo” (ao criticar política de cotas);
— e celebrou a colonização do Brasil em entrevista ao RedCast, afirmando: “A gente volta para os índios cometendo canibalismo aqui no Brasil. Glória a Deus que colonizaram. Glória a Deus que catequizaram as índias. Glória a Deus que a extrema direita chegou e falou para os índios: ‘Galera, fazer sacrifício e comer o braço do irmãozinho não é legal, enterrar criança viva’.” Estima-se que dos 2,5 milhões de povos indígenas que viviam na região que hoje compreende o Brasil na época da chegada de Pedro Álvares Cabral em 1500, menos de 10% sobreviveram até os anos 1600.

+++ LEIA MAIS: O relato de Rafael Bittencourt (Angra) sobre ser pai de um filho trans
+++ LEIA MAIS: Angra fala à RS sobre turnê de ‘Holy Land’, Alírio Netto, fim de hiato e futuro
+++ Siga a Rolling Stone Brasil @rollingstonebrasil no Instagram
+++ Siga o jornalista Igor Miranda @igormirandasite no Instagram

Igor Miranda (@igormirandasite)

Igor Miranda é jornalista formado pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e pós-graduado em Jornalismo Digital. Começou em 2007 a escrever sobre música, com foco em rock e heavy metal. É colaborador da Rolling Stone Brasil desde 2022 e mantém o site próprio IgorMiranda.com.br. Também trabalhou para veículos como Whiplash.Net, revista Roadie Crew, portal Cifras, site/canal Ei Nerd e revista Guitarload, entre outros. Instagram e outras redes: @igormirandasite.

View the original on Rolling Stone Brasil →

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.