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Monday, September 14, 2026

Em show performático e teatral, Halsey debuta no palco Mundo do Rock in Rio

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Sob chuva persistente, a cantora norte-americana Halsey debutou no palco Mundo do Rock in Rio, no último dia do evento, que ocorre na Barra da Tijuca, na zona sudoeste carioca. À vontade, a artista mostrou ao público sua versatilidade e irreverência.

O show começou às 21h35 e se estendeu até as 22h50, com uma quantidade de público menor do que de outros cantores deste último dia. Com uma performance teatral e performática, ela trouxe aos fãs sua fase roqueira nas primeiras músicas.

A apresentação fez uma passagem por diversos momentos da artista, que explorou todo o palco. A cantora mostrou ao público o poder da sua voz, apostando em drives típicos do rock e nos falsetes do pop.

Ashley Nicolette Frangipane é o nome oficial da artista, que ganhou notoriedade em 2015, quando estourou com o lançamento do álbum "Badlands", que lhe rendeu uma indicação ao Grammy.

Anos depois, a cantora lançou os álbuns "Hopeless Fountain Kingdom", "Manic", If "I Can't Have Love, I Want Power" e "The Great Impersonator".

Em "The End", a artista aborda a luta pela vida e pela saúde. A canção teve bastante repercussão ao mostrar o lado mais pessoal.

A cantora não se restringe a apenas um estilo musical, mas explora sua versatilidade, transitando por pop alternativo, synthpop, rock, eletrônico e não deixou de passar por uma fase mais experimental.

Em "The Great Impersonator", lançado em 2024, o álbum apresentou um lado conceitual em que Halsey assume referências visuais e sonoras de diferentes artistas históricos. O momento de profunda reflexão pessoal e artística fez nascer este trabalho.

Com elementos cenográficos e teatrais durante seu show nesta noite, ela mostrou por que foi indicada ao prêmio, fazendo uma apresentação que deixou o público vidrado em vários momentos.

Uma das primeiras canções foi "Castle" e "I’m not a woman, I’m a god". Na sequência, em "You should be sad", Halsey mostrou seu lado mais pop e com uma sonoridade mais suave.

Com elementos cenográficos e teatrais durante o show nesta noite, ela mostrou por que foi indicada ao Grammy, fazendo uma apresentação que deixou o público vidrado em vários momentos.

Entre as primeiras canções estavam "Castle" e "I’m not a woman, I’m a god". Na sequência, em "You should be sad", Halsey mostrou seu lado pop e com uma sonoridade mais suave.

A cantora faz da sua arte uma forma de manifesto. E foi em "Dog Years" que ela mostrou suas convicções. Com uma projeção no telão do palco, uma imagem remetia a uma igreja. A artista, então apareceu com uma corrente no pescoço, como se estivesse presa a padrões. No final da faixa, ela se soltou e o público se agitou, em consonância com a perfomance.

Em "You asked for this" a cantora tocou guitarra, mostrando sua versatilidade como multiartista. Se preparando para encerrar a passagem pelo festival no último dia, Halsey não deixou de fora a faixa "Colors".

O público parecia não desconhecer quem se estava no palco. Ao descer para cantar com os fãs, Halsey se misturou à multidão, que a abraçou e cantou junto. A artista interagiu bastante com os fãs. "Preciso contar uma coisa: é uma coisa boa eu estar aqui, porque algumas das mulheres mais bonitas que eu já vi na minha porra de vida estão aqui agora. Vocês sabem o que eu amo mais do que qualquer coisa no mundo inteiro? Mulheres. Eu amo mulheres. Amo observar mulheres, amo ver mulheres tendo sucesso, amo ver mulheres se divertindo. Amo ver mulheres sendo sensuais e livres", disse.

Nas últimas músicas, a norte-americana cantou "Hurricane", seguida de "Lie". Como sua apresentação foi marcada por diversas perfomances teatrais, na canção "Gasoline" ela apareceu em meio a chamas no palco, fazendo a multidão ficar vidrada durante a encenação.

Para fechar a passagem pelo festival, ela cantou "Lonely is the Muse". Em seu rosto, simulava o nariz sangrando, comparando sua dor na indústria da música à dor de Jesus na cruz. Em resposta, o público vibrou e cantou em alto e bom som.

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