CNN TürkElazığ’da öldürülen çiftin cinayetinde yeni gelişmePunch2027: Ekiti SDP senatorial candidate pledges better representationInquirerStudent wounded in stabbing at a Laoag schoolThe Jerusalem PostSide by Side: Helping people with disabilities connect sociallyBollywood HungamaShabana Azmi backs CJP’s Mumbai protest; says, “We don’t have to tolerate anything wrong”ZDF heuteEntdecken Sie das ZDF-NachrichtenstudioUOLApucarana e região têm 20 candidatos nas disputas para deputadoSky TG24Reggio Emilia, aggredì tre persone al distributore di benzina: muore suicida in carcereNU.nlIdentiteit van copiloot Flydubai bekend, viel piloot aan met bijlDaily MailBrooklyn Beckham and ab-flashing Nicola Peltz pack on the PDA during a night out in Paris after snubbing his mum Victoria's show as the designer gushes she feels 'so blessed' to have the rest of her family supporting herRai NewsFrancia, gli studenti non si fermano. A Marsiglia tentativo di ustione a una donna, arrestato 15enneFutura SciencesAnne-Sophie Pic cuisine pour Sophie Adenot dans l’espace : mais pourquoi le goût y change-t-il autant ?
The Daily Newsstand · Free, Always
Saturday, October 3, 2026

Clima negativo na eleição deve elevar abstenções, diz sócio da Real Time

Translate

O analista Bruno Soller, analista e sócio do Real Time Big Data, avaliou em entrevista ao WW que a tendência para as eleições presidenciais de 2026 é de um aumento nas abstenções.

Segundo ele, o clima político negativo, marcado por conflitos no STF (Supremo Tribunal Federal) e no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), além de embates entre candidatos, favorece um cenário de menor comparecimento às urnas.

Para Soller, uma eleição marcada por um clima tão negativo tende, em tese, a elevar o índice de abstenções. "Uma eleição tão negativa como essa, em tese, a gente imagina que pode haver um pouquinho mais de abstenção justamente pelo clima. O clima é ruim", afirmou o analista.

Leia Mais

No entanto, Soller fez um contraponto ao citar as eleições americanas de 2024, que também foram marcadas por um clima absolutamente negativo, mas registraram um dos maiores índices de comparecimento. Segundo ele, o fator do medo em relação ao resultado motivou o voto naquele pleito.

Diante disso, o especialista disse que, partindo de uma premissa geral para o cenário brasileiro, a expectativa é de "um pequeno aumento da abstenção e uma diminuição dos votos válidos em relação à eleição anterior".

O comportamento histórico da abstenção

Soller destacou a importância de se analisar como a abstenção tem se comportado ao longo das eleições brasileiras. Ele lembrou que, nas eleições passadas, houve um aumento nas abstenções, mas que, no cômputo final, os votos válidos foram maiores do que em pleitos anteriores.

"O sujeito está indo para a urna, não mais para votar nulo e branco", explicou o analista, ressaltando que essa é uma variável que também precisa ser considerada nas análises.

O especialista citou dados históricos para contextualizar o fenômeno. Nas eleições passadas, a soma de abstenções, votos nulos e brancos chegou a 25%, enquanto em outros pleitos anteriores esse índice oscilou entre 27% e 29%.

Soller recordou ainda o caso de 1998, quando o índice de abstenção chegou a quase 40%, e apenas 60% dos brasileiros foram às urnas — eleição em que Fernando Henrique Cardoso venceu com apenas 33% dos votos.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.

View the original on CNN Brasil →

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.