Engenheiro morto espancado em SP: Polícia apreende 5º adolescente suspeito

No dia do crime, Marcelo havia participado de uma apresentação da Banda Esquerdantina, na Avenida Conselheiro Nébias. O local fica nos arredores do Sindipetro (Sindicato dos Petroleiros do Litoral Paulista). Por volta das 3h de sábado (24), ele se afastou dos amigos para ir ao banheiro.
Em nota, a banda afirmou que o engenheiro foi encontrado inconsciente e socorrido. "Diversas publicações relatam que a agressão seria motivada por homofobia", afirmou o grupo.
Após a agressão, Marcelo foi internado em estado grave e permaneceu em coma induzido. Ele foi levado à Santa Casa de Santos e, posteriormente, transferido para o Hospital São Paulo, hospital universitário da Unifesp, na zona sul da capital paulista. A morte dele foi confirmada pela família.
Câmera de segurança registrou o momento em que o engenheiro foi cercado por um grupo de ao menos sete pessoas. A vítima estava caminhando por uma rua quando foi encurralada pelos agressores e jogado no chão. Quando já estava caído, o engenheiro ainda continuou sendo agredido. As imagens também mostram que os criminosos foram embora calmamente.
O que disse a Unifesp
Em nota, a Unifesp lamentou a morte de Marcelo e repudiou a violência contra o estudante. A instituição afirmou que acompanha o caso desde que tomou conhecimento da agressão e presta apoio à família.
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