Polícia pede prisão de PM suspeito de matar pesquisador da USP no RJ

Relatos de testemunhas indicaram que os disparos foram feitos após um desentendimento no trânsito. Daniel estava viajando quando foi atingido. Segundo a Polícia Militar, ele estava em um carro com outros dois amigos e havia saído de São Paulo para passar o feriado de Finados no Rio de Janeiro.
Policial militar foi intimado a prestar depoimento na delegacia, mas não compareceu. A investigação, feita pela Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense, continua para apurar todos os fatos e saber se outras pessoas estão envolvidas no crime.
Em nota, a Secretaria de Estado de Polícia Militar declarou que a 3ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar (DPJM), subordinada à Corregedoria Geral da corporação, instaurou um procedimento apuratório. A ação visa analisar as circunstâncias do caso. A pasta ainda informou que a corporação colabora integralmente com as investigações sobre o crime.
O que se sabe sobre o crime
Polícia diz que grupo do professor teria se envolvido em uma discussão de trânsito, na altura do km 195. Ainda conforme a PM, ocupantes do outro veículo dispararam contra o carro onde estava Daniel, no bairro de Austin.
Daniel estava como passageiro e foi baleado enquanto dormia, segundo a família dele. A vítima foi socorrida ao Hospital Geral de Nova Iguaçu, para onde militares foram acionados por volta das 5h25, mas o encontraram já morto.
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