Agregador Inteligov/EXAME: Moro lidera com 20,9 pontos de vantagem no Paraná
O senador Sergio Moro (PL) segue isolado na liderança da corrida pelo governo do Paraná, segundo a nova rodada do Monitor Eleitoral, o agregador de pesquisas da Inteligov divulgado em parceria com a EXAME.
No primeiro turno, ele aparece com 42,30% das intenções de voto, uma alta de 0,51 pp em relação à rodada anterior, de 2 de setembro, quando marcava 41,79%.
Requião Filho (PDT) segue na segunda posição, com 21,40%, avanço de 0,52 pp frente aos 20,88% de antes. A distância para o líder segue praticamente estável, em 20,90 pontos percentuais.
Sandro Alex (PSD) também cresceu, chegando a 13,95%, alta de 0,85 pp em relação aos 13,10% da rodada passada. Com isso, a distância dele para Requião Filho, que era de 7,78 pp, diminuiu para 7,45 pp.
Entre os demais candidatos, Luiz França (Missão) recuou para 1,20%, queda de 0,16 pp frente aos 1,36% anteriores. Tayná Miessa (UP) ficou estável, com 0,89%. Adriano Funileiro (PCO) subiu para 0,50%, alta de 0,28 pp. Samuel de Mattos (PSTU) avançou para 0,23%, alta de 0,11 pp, e Alexandre Salomão (Mobiliza) também chegou a 0,23%, alta de 0,18 pp.
Tendência
De acordo com o medidor de tendência do agregador, Sandro Alex tem a maior alta entre os candidatos, de 1,09 pp, seguido por Requião Filho, com 0,43 pp. Adriano Funileiro sobe 0,26 pp, Alexandre Salomão avança 0,22 pp, Samuel de Mattos tem alta de 0,10 pp e Tayná Miessa registra leve crescimento de 0,06 pp.
Já Sergio Moro é o único entre os três primeiros colocados com tendência de queda, de 0,34 pp. Luiz França também recua, com 0,08 pp de queda.
Veja os detalhes do Agregador aqui.
Como funciona o agregador?
O resultado apresentado pelo monitor não corresponde a uma média aritmética simples das pesquisas. O modelo utiliza uma Média Móvel Ponderada, cálculo que atribui pesos diferentes aos levantamentos de acordo com critérios metodológicos e com a data de realização de cada pesquisa.
Pesquisas presenciais domiciliares recebem peso integral no modelo, enquanto levantamentos feitos por IVR, sistema automatizado de entrevistas por telefone, e pela internet têm redução de 30% a 45% em sua influência estatística.
A atualidade também interfere no cálculo. A metodologia reduz em 25% o peso de uma pesquisa a cada quinzena de caducidade. Na prática, levantamentos mais antigos continuam no histórico, mas perdem influência sobre a média à medida que novas pesquisas são incorporadas.
Esse mecanismo busca dar maior peso ao retrato mais recente da eleição, sem descartar a trajetória acumulada desde março. A cada rodada, novas pesquisas registradas no TSE são incorporadas à base utilizada para o cálculo.
Na consolidação realizada até as 12h de 31 de agosto, por exemplo, a base recebeu 39 novas pesquisas cadastradas no PesqEle. Elas se somaram aos 431 levantamentos considerados na iteração anterior.
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