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Wednesday, October 28, 2026

Mais da metade dos radares fixos já opera em Ribeirão Preto; veja locais

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Segundo a Empresa de Mobilidade Urbana de Ribeirão Preto (RP Mobi), 15 dos 27 equipamentos anunciados foram ativados e estão registrando infrações dos motoristas que desrespeitam os limites de velocidade ou avançam o sinal vermelho.

Avenidas importantes como Via Norte, Antônia Mugnatto Marincek e Carlos Eduardo de Gasperi Consoni estão entre os locais.

O especialista em trânsito Anderson Manzoli destaca que o período de adaptação dos motoristas aos novos pontos fixos é natural e que os equipamentos são fundamentais para conter a velocidade.

"A implementação de radares é necessária para controlar os motoristas e diminuir os riscos de acidentes nas vias mais movimentadas", afirmou Manzoli.

Radar fixo em Ribeirão Preto (SP). — Foto: Cacá Trovó/EPTV

Radares em funcionamento

Os 15 equipamentos ativos estão distribuídos entre radares fixos de velocidade, dispositivos híbridos e lombadas eletrônicas.

🔍 Radar híbrido: equipamento eletrônico que monitora simultaneamente o excesso de velocidade, o avanço do sinal vermelho e a parada indevida sobre a faixa de pedestres.

🔍 Lombada eletrônica: dispositivo de fiscalização de velocidade equipado com painel digital que exibe a velocidade do veículo em tempo real para alertar o condutor.

Radares de velocidade

  • Avenida Maurílio Biagi, nº 2.727, lado oposto, Centro/Bairro (70km/h)
  • Avenida Maurílio Biagi, nº 2.727, lado oposto, Centro/Bairro (70km/h)
  • Avenida Eduardo Andrea Matarazzo (Via Norte), nº 3820, menos 250 metros, Centro/Bairro (70km/h)
  • Av. Adelmo Perdizza nº 1231, Bairro/Centro e Centro/Bairro (60 km/h)
  • Av. Antônia Mugnatto Marincek n° 1350 + 200 metros, Bairro/Centro (60 km/h)
  • Av. Antônia Mugnatto Marincek n° 1350 + 200 metros, Centro/Bairro (60 km/h)
  • Av. Carlos Eduardo de Gasperi Consoni, nº 1.104, Centro/Bairro (60 km/h)
  • Av. Carlos Eduardo de Gasperi, nº 1181 (+100m), Bairro/Centro (60 km/h)
  • Av. Leão XIII, nº 435, Bairro/Centro (60 km/h)

Radares híbridos

  • Avenida Thomaz Alberto Whately, nº 3.300, lado oposto, Bairro/Centro (60 km/h)
  • Avenida Thomaz Alberto Whately, nº 3.300, Centro/Bairro (60 km/h)
  • Avenida Dr. Francisco Junqueira com a Avenida Saudade (50 km/h)

Lombadas eletrônicas

  • Avenida Costábile Romano, n.º 540, lado oposto (40 km/h)
  • Avenida Heráclito Fontoura Sobral Pinto, nº 351, Bairro/Centro (40 km/h)
  • Av. Heráclito Fontoura Sobral Pinto, nº 751, Bairro/Centro (40 km/h)

Quais são os próximos radares

Os 12 radares restantes serão ativados de forma gradativa. Segundo a administração municipal, o cronograma depende da conclusão de testes técnicos de conectividade, aferição pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) e da garantia de sinalização horizontal e vertical adequada.

A Prefeitura reiterou que nenhum ponto começará a autuar sem que placas indicativas de limite de velocidade e de fiscalização eletrônica estejam devidamente instaladas nos trechos monitorados.

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As penalidades para as infrações registradas pelos equipamentos variam conforme a gravidade:

  • Infração média (excesso de velocidade em até 20%): multa de R$ 130,16 e 4 pontos na CNH;
  • Infração grave (avanço de sinal vermelho ou parar sobre a faixa de pedestres): multa de R$ 195,23 e 5 pontos na CNH;
  • Infração gravíssima (excesso de velocidade acima de 50%): multa de R$ 293,47 e 7 pontos na CNH.

A mudança no sistema de fiscalização em Ribeirão Preto teve início em dezembro de 2025, quando a Prefeitura extinguiu a operação dos radares móveis operados manualmente por agentes de trânsito.

A justificativa foi adotar um modelo educativo e transparente, eliminando a sensação de "indústria da multa" e focando na prevenção de acidentes em vias com alto índice de tráfego.

A licitação foi vencida pelo Consórcio RP Vias Inteligentes. Os novos radares fixos contam com tecnologia de Leitura Automática de Placas (LAP), permitindo também o monitoramento de veículos não autorizados em faixas exclusivas de ônibus.

A definição dos locais de fiscalização baseou-se em estudos de engenharia de tráfego que avaliaram o fluxo de veículos e o histórico de colisões e atropelamentos.

Radares fixos começam a funcionar em Ribeirão Preto (SP). — Foto: Cacá Trovó/EPTV

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