Em MG, Lula critica Aécio e Flávio e diz que o estado não vota em traidores

Lula também declarou que não quer ser comparado ao ex-presidente Jair Bolsonaro, pai de Flávio. "Eu não quero me comparar com o pai dele, que tentou dar o golpe de 8 de janeiro. O pai dele que tramou a minha morte e a morte do Alckmin e a morte do Presidente Tribunal Eleitoral [na época, Alexandre de Moraes]". Jair Bolsonaro foi condenado pelo STF por tentativa de golpe de estado e outros quatro crimes. Em novembro de 2024, a Polícia Federal relatou que havia um plano para assassinar Lula, o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e o ministro do STF Alexandre de Moraes, após a vitória do petista nas eleições de 2022.
Aécio também foi criticado pelo presidente. No ato, Lula disse que pensava que ele era um amigo durante seus dois primeiros mandatos na presidência da República, de 2003 a 2010 quando Aécio Neves foi governador de Minas Gerais. "Mas todos os programas que nós fizemos, ele não colocava o logo do governo federal" declarou.
Lula criticou ainda a forma como o mineiro tratou a ex-presidente Dilma Rousseff quando concorreu com ela nas eleições de 2014. "Nunca vi um homem ofender tanto uma mulher". Aécio hoje é candidato ao Senado e, na pesquisa Datafolha de 11 de setembro, aparece numericamente atrás de Marília Campos (PT), que tem 12%, e empatado com Carlos Viana (PSD), com 10% das intenções de voto
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