7h. Portugal condena ataque dos houthis na Arábia Saudita
Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
As notícias com Rui Casanova.
Pelo menos 12 pessoas morreram e mais de 300 ficaram feridas no ataque ao Aeroporto Internacional de Riad, na Arábia Saudita. A Arábia Saudita atribui o ataque aos rebeldes houthis do Iémen. O grupo apoiado pelo Irão ainda não se pronunciou, apesar de já ter reivindicado, no passado, ataques semelhantes contra a Arábia Saudita. Em resposta, a coligação liderada pela Arábia Saudita anunciou uma operação militar em grande escala contra os houthis. Donald Trump admite, entretanto, juntar-se às ações militares, visto que a Arábia Saudita é aliada dos Estados Unidos. Foi o terceiro ataque contra o Aeroporto Internacional de Riad esta semana. Quase 600 voos foram, entretanto, cancelados. Estados Unidos, Reino Unido, Espanha e Canadá já desaconselharam os cidadãos destes países a evitar o aeroporto. Por cá, o Ministério dos Negócios Estrangeiros condena o ataque. A tutela de Paulo Rangel expressa solidariedade para com as famílias das vítimas, com o povo e autoridades da Arábia Saudita. É o que se pode ler numa nota publicada esta noite na rede social X. Noutras reações, o secretário-geral da ONU, António Guterres, também afirma estar profundamente chocado com este ataque atribuído aos houthis contra o Aeroporto Internacional de Riad, na Arábia Saudita, e o primeiro-ministro do Paquistão fala no ataque hediondo. São reações que se vão somando na sequência deste ataque, que está a ser atribuído aos houthis do Iémen. Um ataque que surgiu ontem, ao início da noite. Pelo menos 12 pessoas morreram, mais de 300 ficaram feridas. É uma notícia em destaque a esta hora no site do Observador, uma notícia que contamos desenvolver ao longo dos próximos jornais aqui na rádio. Barack Obama defende a necessidade de haver líderes que valorizem uma humanidade comum e lamenta a nostalgia pela América real. O antigo presidente dos Estados Unidos esteve em Portugal para participar num fórum. Obama alerta que a lentidão dos processos democráticos pode impulsionar o recurso a líderes autoritários e, pelo meio, deixa críticas a Donald Trump. Martim Madeira.
O discurso focou-se muito no perigo dos discursos polarizadores, na emergência de movimentos autoritários na democracia. Barack Obama deu alguns exemplos. Por exemplo, o exemplo da Europa. Diz que a União Europeia, apesar de ter proporcionado à Europa os tempos mais prósperos que algum grupo de pessoas alguma vez viveu, criticou a burocracia praticada por Bruxelas. Diz que, por exemplo, a demora para fazer o mais simples leva os cidadãos que se queixam da habitação, por exemplo, estar mais cara, da dificuldade de encontrar emprego, a perderem depois a confiança no governo e o facto dos governos democráticos não funcionarem de uma forma eficiente torna depois mais atrativa a ideia propagada por líderes autoritários de que vão resolver os problemas quebrando as leis do sistema, que são antissistema, que são candidatos antissistema e, portanto, deixa esse aviso. Já relativamente a Donald Trump, Barack Obama deixou uma frase relativamente à guerra no Irão, uma crítica mais velada, não tão direta, não diz diretamente o nome do presidente Trump, mas deixa a mensagem de que quando estava a decidir sobre o que faria na Síria, quando o Assad estava a massacrar o próprio povo, tinha uma decisão difícil em mãos, se de facto os Estados Unidos entravam dentro da Síria e se resolviam o problema ou se respeitavam o direito internacional. E Barack Obama, nesta ponderação e neste discurso, diz mesmo que um presidente norte-americano nunca deve entrar numa guerra sem primeiro avisar o Congresso, que é exatamente o contrário do que Donald Trump fez.
O jornalista Martim Madeira, que esteve presente na sexta edição do Game Changers Forum, na Altice Arena, em Lisboa, fórum que teve como orador principal Barack Obama. O evento foi aberto ao público, mas sem possibilidade de captar imagens, vídeo ou som. O antigo presidente dos Estados Unidos foi também recebido pelo presidente da República em Belém. António José Seguro divulgou no site da presidência uma fotografia dos dois, explica que tiveram uma conversa informal e uma troca de impressões sobre temas da atualidade. O Bloco de Esquerda acusa o governo de querer passar um cheque em branco aos portugueses na habitação com a apresentação do Orçamento do Estado. O coordenador do partido, José Manuel Pureza, esteve presente na manifestação de ontem contra o aumento do custo de vida e da habitação, uma manifestação promovida pela plataforma Não Dá Mais Para Viver Assim, que junta mais de 30 organizações e que se fez ouvir em várias cidades do país. José Manuel Pureza esteve em Lisboa, em declarações aos jornalistas, alerta que este Orçamento do Estado não vem resolver a crise da habitação em Portugal.
Aquilo que está a trazer as pessoas pra rua em Portugal é o mesmo que está a trazer as pessoas pra rua em França, em Espanha, com as suas circunstâncias próprias, como é evidente, mas há muitas Mari Carmens em Portugal. Não nos enganemos sobre isso. Há um Orçamento do Estado que não dá resposta a nenhuma destas coisas. Há um Orçamento do Estado que é um verdadeiro cheque em branco à continuação daquilo que nos trouxe até aqui.
José Manuel Pureza, sobre a crise da habitação, que diz estar a ser ignorada pelo Orçamento do Estado apresentado esta semana pelo governo da AD. As mesmas preocupações tem o LIVRE, a co-portavoz do partido, Isabel Mendes Lopes, acusa o governo da AD de viver numa realidade paralela relativamente ao preço das rendas em Portugal.
Achar que liberalizar o mercado do arrendamento, pedir cauções ilimitadas, pedir três rendas adiantadas, achar que uma renda moderada é uma renda de 2.300 € é de quem não vive no mundo real, não vive no mundo em que a maior parte dos portugueses vivem. Há pessoas que até ponderam se vale a pena ir trabalhar ou não, tal é o custo de vir trabalhar e pegar no carro.
Declarações de Isabel Mendes Lopes que, tal como o coordenador do Bloco de Esquerda, também esteve presente na manifestação da plataforma Não Dá Mais Para Viver Assim, em Lisboa. Termina hoje o 15º congresso da UGT. Para hoje está marcada a eleição dos novos órgãos estatutários da Central Sindical. A social-democrata e vice-presidente Lucinda Damaso está de saída da presidência da UGT, cargo que ocupa desde 2013. Rosa Sousa é a candidata indicada à liderança da UGT, ao cargo de presidente. Espera-se ainda que Mário Mourão seja reeleito para um segundo mandato como secretário-geral da UGT, cargo que ocupa desde 2022. Vamos ao desporto. O Benfica recebe hoje o Vitória Sport Clube, partida a contar para a oitava jornada da Liga. Uma partida que marca o regresso das duas equipas ao campeonato depois da pausa para as seleções. O Benfica procura voltar às vitórias depois da derrota da última jornada frente ao Porto, no Dragão. O treinador do Benfica, Marco Silva, reconhece que a pausa para os compromissos internacionais pode fragilizar a equipa, mas promete foco na vitória.
Chegamos a ter só seis jogadores para trabalhar, juntamente com os jogadores da equipa B. Acabamos por ter perto de 17 dias, 16, 17, 18 dias, alguns dos jogadores fora daquilo que é o contexto do Benfica e naturalmente não é agradável, mas é o calendário e compete-nos a nós trabalhar dentro do tempo que temos, alertar os jogadores para aquilo que é o mais importante neste momento, que é o foco, que é novamente atingir os patamares de exibição e de intensidade que nós queremos no nosso jogo e isso é o nosso trabalho.
Marco Silva, técnico do Benfica, a lançar esta partida. Já Tiago Margarido, o técnico do Vitória, diz que a paragem foi boa para recarregar energias e vê neste jogo uma oportunidade para fazer história na Luz.
O Vitória já não vence na Luz há 13 anos, salvo erro. Portanto, olhamos para isto como um desafio, como uma oportunidade de podermos fazer história nesse sentido. Olhamos sempre pelo lado positivo. A estatística vale o que vale, a história vale o que vale. Sabemos que temos um jogo pela frente que terá um nível de dificuldade enorme, mas vamos muito crentes de que vamos conseguir trazer pontos, fundamentalmente fazendo o nosso jogo, criando as oportunidades que já viemos a criar anteriormente ou a intenção de criarmos oportunidades e com a crença muito grande que vamos faturar.
Tiago Margarido, treinador do Vitória Sport Clube, a lançar este jogo com o Benfica no Estádio da Luz. Um jogo que está marcado para às 18h, tem relato e comentários em direto aqui na Rádio Observador, numa emissão especial de desporto que começa depois da síntese das 17h30. Fica por aqui este Jornal das 7. Eu estou de regresso para atualizar toda a informação numa nova síntese, daqui a pouco, às 17h30. Até já.
KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.