Lula e Flávio atravessam o país na campanha, mas centram disputa no Sudeste

Ele abriu a campanha em um ato na praia de Copacabana (RJ), considerada um dos "palcos do bolsonarismo" por causa dos eventos que seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, fazia no local.
A presença do candidato em São Paulo em diversas viagens se deu por conta do apoio que ele tem do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos). Bem avaliado, ele deve se reeleger em primeiro turno, e Flávio tenta atrelar sua imagem à do governador para conquistar votos.
Ele também conta com o apoio do prefeito da capital, Ricardo Nunes (MDB), que se empenhou em sua campanha —inclusive na formulação da agenda.
A avenida Paulista, outro "cartão-postal bolsonarista", foi reservada com antecedência para o ato de 7 de Setembro, que contou com as principais lideranças do bolsonarismo.
Flávio concentrou as agendas do Nordeste em setembro. O coordenador da campanha, senador Rogério Marinho (PL-RN), montou uma estratégia específica para a região, cujo foco foi o de fortalecer os adversários de candidatos apoiados por Lula nos estados, ainda que isso significasse abrir mão de integrar os palanques locais.
De acordo com a sua equipe, as pesquisas internas mostram que ele conseguiu crescer em estados lulistas. O retorno de público nos atos foi bom no Norte também, segundo sua campanha —inclusive no Pará, onde Lula venceu Jair Bolsonaro em 2022.
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