Zelensky recusa neutralidade ou redução do exército

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07:11
Houthis anunciam lançamento de míssil contra aeroporto internacional de Riade
Os Huthis do Iémen afirmaram hoje que lançaram, “com sucesso”, um míssil contra o Aeroporto Internacional Rei Khalid, em Riade, horas após a coligação militar liderada pela Arábia Saudita anunciar a interceção de um projétil contra a capital.
“As nossas forças armadas atacaram com sucesso o Aeroporto Internacional Rei Khalid, em Riade, utilizando um míssil balístico que atingiu o alvo com precisão”, afirmou o porta-voz dos Huthis, Yahya Saree, na plataforma de mensagens Telegram.
O porta-voz reivindicou ainda um ataque com drones e mísseis contra “as estações de bombagem de petróleo bruto do oleoduto Este-Oeste”, na Arábia Saudita, e duas posições militares do Exército saudita no sul do Iémen.
De acordo com Saree, “estes ataques causaram dezenas de baixas nas fileiras inimigas, além de provocarem a destruição e o incêndio de vários veículos militares e depósitos de armas”.
Horas antes, a coligação militar liderada pela Arábia Saudita, que intervém no Iémen desde 2015, afirmou ter abatido um míssil lançado pelos rebeldes huthis contra Riade.
O porta-voz militar da aliança, Turki al Maliki, indicou na rede social X que as defesas aéreas intercetaram e destruíram um míssil “lançado pelas milícias Huthis” contra Riade, sem fornecer mais detalhes sobre a operação.
A coligação afirmou também ter destruído duas plataformas de mísseis balísticos em Sanaa, capital do Iémen, que se encontra sob o controlo dos Huthis.
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07:08
Donald Trump reforça apoio a Netanyahu e apela ao voto no primeiro-ministro de Israel
A menos de dois dias das eleições legislativas israelitas, o Presidente dos EUA, Donald Trump, fez uma publicação na Truth Social este domingo a reforçar o apoio a Benjamin Netanyahu e a apelar ao voto dos israelitas no atual primeiro-ministro.
“Ao irem às urnas, lembrem-se de que Bibi tem sido um primeiro-ministro guerreiro excecional! Israel era chamado de “Pequeno Satã” — e os Estados Unidos, de “Grande Satã” — por indivíduos profundamente maldosos. O grito de “Morte à América, Morte a Israel” — que ecoava pelo mundo — já não pode existir, e não existirá”, escreveu Trump, sugerindo que vai voltar a atacar o Irão em conjunto com Israel.
“Temos de terminar o trabalho que iniciámos”, disse o Presidente dos EUA.
“Como todos sabem — incluindo o inimigo —, Bibi e eu mantivemos uma excelente relação, alcançando vitórias em conjunto”, disse Trump, citando como exemplo as operações contra o Irão no verão de 2025 e no início deste ano.
“Hoje, o Irão já não possui marinha nem força aérea, e tanto as suas forças militares como a sua economia estão em ruínas — a inflação no país, por exemplo, atingiu os 301%. O bloqueio naval impediu o acesso ao petróleo, e dois escalões de liderança — tanto no âmbito militar como noutras esferas — foram eliminados”, escreveu o Presidente norte-americano.
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07:00
Presidente da Ucrânia recusa neutralidade ou redução da dimensão do exército em futuro acordo de paz
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou que a Ucrânia não vai concordar com limites na dimensão das suas Forças Armadas nem com qualquer tipo de neutralidade como parte de qualquer possível acordo de paz.
“Os aspetos principais são que não podemos falar sobre a neutralidade do nosso país. E não devemos. A Nossa posição essencialmente alinha-se com a dos EUA: não podemos falar em limitar o tamanho das Forças Armadas da Ucrânia”, disse Zelensky, em declarações ao programa TSN-Tyzhden, da televisão ucraniana, citado pelo Ukrainska Pravda.
Zelensky também afirmou que as garantias de segurança para a Ucrânia não podeam ser ditadas pela Rússia. “Portanto, as conclusões são claras: restrições às nossas Forças Armadas e à neutralidade da Ucrânia não estão em discussão. A questão territorial é uma linha vermelha que só pode ser debatida entre os líderes”, frisou.
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06:55
Bom dia.
Abrimos este liveblog para acompanhar os conflitos e tensões internacionais.
Pode recordar o que se passou ontem neste outro artigo em direto, que agora arquivamos.
Movimento estudantil conquista maioria parlamentar e Vučić reconhece derrota na Sérvia
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