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Wednesday, October 14, 2026

A IA previu o futuro do banco do Chelsea?

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Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Vamos fazer desta edição o "Agora Escolha". Querem saber quem é o novo amor da Shakira ou querem falar do Sabah, o clube do Azerbaijão?

Sabah.

Sabah? Então vamos lá ao Sabah. O Nelson escolheu.

Eu pensava que ias dar o número de telefone.

O número de telefone é o 21. Não vou dizer, porque se calhar ainda pode funcionar, mas todos nós nos lembramos dos números de telefone antigos, do telefone fixo.

De quantos enganos aconteciam. Parece que agora não.

Os indicativos.

Não, dos números de telefone.

Mais ou menos, sim. Eu lembro-me do meu de cabeça.

Pois, é isso.

Só do meu, é o único.

É precisamente isso, nós lembramo-nos disso. Bem, enfim, vamos então falar do Sabah, o clube do Azerbaijão, estreante na Liga dos Campeões. Conseguiu ontem a primeira vitória, depois de uma derrota na primeira jornada contra o Manchester United, onde ganhou por 2 x 0 ao Slavia de Praga. E o que é interessante nesta história do Sabah é que em ambos os jogos, a equipa apresentou 11 jogadores de 11 nacionalidades diferentes. Nos dois jogos, e apesar de ter feito duas alterações neste segundo jogo, da segunda jornada, continuou a ter 11 jogadores de 11 nacionalidades diferentes. Antigamente, brincava-se um pouco a dizer que o Benfica, nos anos 90, era uma espécie de Nações Unidas. Aqui é mesmo, porque não há uma nacionalidade repetida, não houve uma nacionalidade repetida nos dois onzes iniciais do Sabah na Liga dos Campeões. Temos jogadores do Cazaquistão, da Argélia, França, África do Sul, Polónia, Uzbequistão, Croácia, Jamaica e ontem, Brasil e Sérvia. Sem uma repetição. Eu não sei se eles estão a fazer de propósito para conseguir esta variedade ou se só têm jogadores de nacionalidades diferentes. Deve haver aqui algum jogador repetido do Azerbaijão ou nacionalidade repetida, mas ontem, a exemplo do que aconteceu na primeira jornada, não aconteceu, apesar das saídas de Dashdamirov, ainda há bocado estávamos a falar dos nomes, Dashdamirov, que é do Azerbaijão, saiu. Christian Nwankwo da Nigéria também saiu, mas mesmo assim, o Sabah conseguiu apresentar 11 jogadores de 11 nacionalidades diferentes. Não sei se isto dá direito a pontos extra, provavelmente.

A um prémio. Estava aqui a confirmar, há um jogador do Ruanda e há um jogador de Guadalupe.

De Guadalupe.

Que é o central Steve Solvès.

Que jogou ontem, não tinha jogado na primeira jornada.

Guadeloupe é um território francês, mas tem uma seleção.

Exatamente.

Joga como Guadalupe, uma equipa nacional de Guadalupe.

Não joga pela França, apesar de ter a nacionalidade francesa.

Mas é incrível, eu nunca tinha visto isto acontecer, ou pelo menos não me lembro.

Também não me lembro. Não sei se já houve casos.

Ou seja, isso de nacionalidades deve ser frequente.

É frequente.

Agora, em dois jogos diferentes.

Onze.

E onzes diferentes, e sem uma nacionalidade repetida, é capaz mesmo de ser um recorde. Estamos a falar de tecnologia. Vamos olhar aqui para a inteligência artificial e o que a inteligência artificial tem para dizer sobre o futuro do Chelsea no banco. Ou seja, quem é que serão os próximos treinadores do Chelsea nos próximos-

Até nesta está muito mal

...50 anos.

Não se afigura assim muito.

Não, este ano parece que as coisas estão a correr melhor com o Xabi Alonso, mas tem havido muitas mudanças nos últimos anos.

O Chelsea.

Não, e o que é incrível é que a revista de futebol FourFourTwo pediu à inteligência artificial para dizer: "Bem, faz aí uma lista de treinadores para o Chelsea dos próximos 50 anos." E a inteligência artificial fez. Eu devo dizer que tem muito pouca imaginação. Porque, por exemplo, imaginem, a inteligência artificial aponta para treinador do Chelsea em 2060, 2062, John Terry. John Terry tem agora 40 e tal anos, portanto daqui a quase 40 anos.

Com 80.

Vai nos 80.

Não faz sentido.

Não faz. E põe também, por exemplo, Cole Palmer ou Roberto De Zerbi em 2055, daqui a 30 anos.

Isso é que é uma grande surpresa, o De Zerbi.

O De Zerbi. Como? Como é que é possível a inteligência artificial? Eu estava à espera.

Nem eu me lembrei dele.

Nem tu, Paulo. Nem te poderia ocorrer, mas a inteligência artificial poderia inventar treinadores.

Claro.

Isso é que era de esperar. Não era olhar para atuais jogadores como Cole Palmer ou atuais treinadores e dizer: "Bem, daqui a 40 ou 50 anos ainda são estes que vão estar a treinar."

Isso qualquer pessoa sabe, faz.

Não, eu estava à espera que eles inventassem uns treinadores para o Chelsea.

Querias olheiros, querias que a inteligência artificial criasse olheiros.

Não, mesmo completamente inventados. Até podia ser, um nome completamente inventado.

Um tipo que esteja na faculdade de motricidade humana.

Ora aí está.

Alguém que está a nascer ainda.

Claro, exatamente. Mas não.

O óvulo. Este óvulo vai ser treinador do Chelsea.

Ora aí está. E ainda conseguiram arranjar aqui dois treinadores portugueses para o Chelsea nos próximos anos.

Jorge Jesus, não.

Não, Jorge Jesus, não. Mas Marco Silva, em 2036, 2038, é apontado pela inteligência artificial voltar à Inglaterra. E também outro regresso a Inglaterra, Ruben Amorim será, de acordo com a inteligência artificial, treinador do Chelsea em 2051, ficará duas épocas até 2053. Portanto, é melhor começarem já a preparar os contratos.

Se for pela saída do AC Milan, é provável. Pela saída do Xabi Alonso do comando técnico do Chelsea é que parece-me mais difícil.

Nos próximos anos é capaz de ser difícil.

Eu acho que a inteligência artificial nos deve achar muito tontos por lhe fazermos esse tipo de pergunta. Deve pensar: "O que estes homens querem?"

Está bem, vou fazer aqui uma resposta. Deve ser. Vou mandar aqui uma resposta estúpida.

Por quê? Por que fazer essa pergunta?

Está feito o "Três Toques" com o Bruno Vieira Amaral. Falamos de desporto sempre antes do jornal das 20h.

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