Paralisação do VAR em Santos 2 x 2 Flamengo é a maior da história do Brasileirão

Jogo fica interrompido por 9 minutos e 56 segundos em lance em que o árbitro marca pênalti para o Peixe e expulsa Jorginho, do Rubro-Negro

Veja o lance completo do pênalti e expulsão de Jorginho
A análise do VAR no 2 a 2 entre Santos e Flamengo, na noite desta quinta-feira, na Vila Belmiro, teve a paralisação mais longa da história da tecnologia (utilizada desde 2019) em um jogo do Campeonato Brasileiro. Foram 9 minutos e 56 segundos desde o momento em que o árbitro Anderson Daronco marcou a falta por mão de Jorginho, do Rubro-Negro, fora da área, até Neymar cobrar o pênalti e marcar o primeiro gol do Peixe no jogo.
Após revisar o lance no monitor, Daronco marcou pênalti, pois a mão foi dentro da área, e mudou a cor do cartão para Jorginho de amarelo para vermelho. Durante esta paralisação, o Flamengo ainda fez duas substituições.
Daronco expulsa Jorginho após revisão com o VAR — Foto: Marcos Ribolli
Foram quatro minutos e 36 segundos (4m36s) a partir do momento em que o jogo para até o árbitro de vídeo Rodolpho Toski Marques chamar Anderson Daronco. Desde o momento em que o árbitro principal é chamado para o monitor até ele anunciar a decisão final foram mais dois minutos e 14 segundos (2m14s). E a partir do momento da decisão de dar o pênalti até a cobrança foram mais três minutos e seis segundos (3m06s).
O recorde pertencia ao jogo Juventude 0 x 1 Cruzeiro, pela 38ª rodada do Brasileiro de 2024. Na ocasião, a árbitra Edina Alves Batista e a VAR Daiane Caroline Muniz dos Santos demoraram oito minutos e 24 segundos na decisão de mostrar cartão vermelho a Alan Ruschel, do time gaúcho.

Veja a confusão que gerou a expulsão de Alan Ruschel no jogo Juventude e Cruzeiro
*A equipe do Gato Mestre é formada pelos jornalistas Arthur Sandes, Davi Barros, Felipe Tavares, Guilherme Maniaudet, Gustavo Figueiredo, José Victor Meirinho, Leandro Silva, Lorrayne Vieira (estagiária), Roberto Maleson, Rodrigo Breves e Valmir Storti, pelos cientistas de dados Bruno Benício e Vitor Patalano e pelo programador Gusthavo Macedo.
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