InquirerManila prelate: turn shooting tragedy into ‘united action’The Jerusalem PostIDI analysis shows National-Religious men driving shift in IDF reserve duty as overall numbers fallESPN DeportesCowboys defienden su ventaja ante unos Cardinals que intentan responderSözcüİstanbul’da bugün dikkat: 3 ilçede yollar trafiğe kapanıyorCNN TürkBir dönem en çok tercih edilendi: Arsa satışı bıçak gibi kesildiSky TG24Caldo finito o quinta ondata in arrivo? Cosa dobbiamo aspettarci per la fine di agostoNTVİstanbul'da pazar planı yapanlar dikkat! Bazı yollar trafiğe kapatıldıCNN بالعربيةردا على تهديدات ترامب.. تصعيد إيراني جديد ضد دول الخليجThe GuardianTwo police officers killed in North Yorkshire crash namedEl ComercioSorteo de La Tinka: conoce el Pozo Millonario del domingo 23 de agosto y cómo jugarDaily MailEarl Spencer was happy to offer Prince Harry a home on the 13,000-acre Althorp estate - but his nephew had his own plansRFICui Jian, père du rock chinois ou le souvenir d’une Chine plus ouverte
The Daily Newsstand · Free, Always
Sunday, August 23, 2026

Governador não descarta “venda” do Mineirão ao Cruzeiro: “Nenhum problema”

Translate

O governador de Minas Gerais, Mateus Simões (PSD), afirmou, neste sábado (22), durante agenda de campanha no Mercado Central, em Belo Horizonte, que não descarta vender o estádio Mineirão ao Cruzeiro.

"O Mineirão não é um bem que não possa ser vendido", declarou o governador, que argumentou a aquisição exclusiva pelo Cruzeiro como um movimento natural no cenário esportivo local.

Leia mais

Simões citou o fato de que os principais rivais já possuem as próprias estruturas.

"O Atlético já tem o estádio dele, o meu América tem o próprio estádio, não haveria nenhum problema de o Mineirão ser comprado pelo Cruzeiro", ponderou o governador, que ressaltou que a privatização definitiva do Gigante da Pampulha não é uma meta ativa da atual gestão estadual.

Concessão atual dificulta negociação

Apesar da declaração do governador, uma negociação de venda direta com o Cruzeiro seria complexa. Isso porque a concessão de 27 anos com a Minas Arena está em vigência e se estende até 2037.

Para romper o contrato, seria necessário pagar uma multa, estimada entre R$ 300 milhões e R$ 400 milhões. Além disso, seria preciso abrir outro processo de licitação, no qual qualquer interessado poderia participar da disputa pelo estádio.

O eventual rompimento unilateral do contrato pelo estado de Minas está previsto na Lei nº 8.987, que trata das Concessões Públicas. No entanto, a legislação exige o pagamento da indenização à vista, o que representa um alto custo para os cofres públicos.

Alternativas em análise para o Mineirão

Há outras formas de negócio que poderiam viabilizar uma maior participação do Cruzeiro na gestão do Mineirão. Uma delas seria um acordo de subconcessão entre a Minas Arena e o clube, com a Raposa atuando como um gestor máster do estádio.

Nesse modelo, a Minas Arena preservaria integralmente o contrato com o estado de Minas Gerais, enquanto o Cruzeiro teria maior autonomia sobre o uso e operação do Gigante da Pampulha. Outro meio possível para a Raposa é se tornar formalmente parte do quadro societário da Minas Arena.

Para essa opção, o governo mineiro precisaria dar uma autorização formal para que o Cruzeiro componha o controle acionário da Minas Arena. Essa alternativa exigiria uma análise jurídica e regulatória aprofundada.

Decreto das ‘bets’ não afeta Cruzeiro, diz governador

A discussão sobre o futuro do Mineirão ocorre em meio a um recente imbróglio gerado por um decreto estadual. A medida proíbe a publicidade de plataformas de apostas esportivas, as “bets”, em espaços públicos do estado, como o estádio.

Diante das preocupações da torcida e da diretoria do Cruzeiro, o governador garantiu que o clube não sofrerá sanções desportivas ou terá que mandar jogos em outros estados devido à nova regra de publicidade.

"Fiz questão de amanhecer o dia mandando mensagem para o Pedrinho para dizer que fique tranquilo, porque não vamos prejudicar, de forma alguma, nenhum mando de campo do Cruzeiro no Mineirão", afirmou Simões.

Ele explicou que a punição ou restrição recai apenas sobre a arena pública e não sobre a instituição esportiva.

"A regra não se aplica ao time, ao clube. A regra se aplica ao estádio", esclareceu, detalhando que haverá uma transição gradual para convencer outras entidades a se afastarem desses patrocínios por conta dos impactos sociais do jogo de azar.

Esse texto foi gerado por inteligência artificial com base no conteúdo produzido pela Itatiaia. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN Brasil.

View the original on CNN Brasil

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.