Aposta de Flávio Bolsonaro, Carlos Portinho (PL) é eleito ao Senado pelo RJ

O apoio à candidatura de Portinho foi evidenciado pelo recebimento de R$ 5,25 milhões do fundo partidário do PL. A quantia figura abaixo apenas do valor destinado pela sigla para André do Prado (R$ 6,9 milhões) e Domingos Sávio (R$ 5,4 milhões), candidatos ao Senado por São Paulo e Minas Gerais, respectivamente. Carlos Jordy, também do Rio, recebeu a mesma quantia.
Quem é Portinho
Portinho nasceu em 1973 e se formou em direito pela PUC-Rio (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro). Especializado em direito esportivo, ele foi vice-presidente jurídico do Flamengo (2002) e também advogou para outros clubes como Fluminense, Cruzeiro, Atlético Mineiro, São Paulo, Santos e Palmeiras.
Antes de chegar ao Senado como suplente de Arolde de Oliveira, Portinho foi secretário de Meio Ambiente do Rio de Janeiro (2014 e 2015) e secretário municipal de Habitação do Rio (2015). Também trabalhou como professor universitário e assessor parlamentar. Atualmente, ele é sócio da Stockler Macintyre e Portinho Advogados.
A atuação de Portinho no Congresso precedeu a chegada dele a uma vaga de senador. Como assessor parlamentar do ex-deputado Indio da Costa (PSD-RJ), contribuiu para a relatoria da Lei da Ficha Limpa. Com a experiência, contribuiu para a organização do PSD (Partido Social Democrático) no Rio de Janeiro. Ele trocou a sigla pelo PL em dezembro de 2020.
A vitória atual é a primeira conquistada encabeçando uma chapa. Antes, Portinho tentou uma vaga de vereador pelo Rio de Janeiro em 2016. Na ocasião, o senador conquistou 7.104 votos e não foi eleito.
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