Ufal pede segurança após bolsonaristas invadirem campus para tirar cartazes

O relato é de que eles conversaram então com uma professora, que afirmou a eles que não poderiam arrancar os cartazes já que, se houvesse alguma ilegalidade por parte dos alunos com os cartazes, deveriam procurar a Justiça.
Testemunhas alegam que os homens teriam se exaltado e intimidado a professora após serem impedidos de arrancar os cartazes. Alunos, funcionários e outros professores ficaram assustados e procuraram a reitoria para pedir apuração e proteção.
Em nota, a Ufal informou que enviou pedidos à SSP (Secretaria de Segurança Pública), à Superintendência da PF (Polícia Federal), ao MPF (Ministério Público Federal), ao TRE (Tribunal Regional Eleitoral), à Prefeitura de Arapiraca e à Câmara de Vereadores de Arapiraca "com o intuito de solicitar apoio institucional imediato, apuração rigorosa dos fatos e a identificação dos responsáveis pelas ameaças".
Ainda no texto, diz que também solicitou "reforço no monitoramento e nas ações ostensivas de segurança nos perímetros dos campi, em Maceió e Arapiraca, com o objetivo de prevenir confrontos, conter eventuais atos de violência e garantir o funcionamento seguro e democrático da vida universitária".
A gestão da universidade reforça, ainda, que não tolera qualquer forma de violência, intimidação ou coerção dentro de seus espaços acadêmicos e reafirma o papel da universidade pública como um ambiente livre, democrático, pautado pelo diálogo, pelo respeito à diversidade e pelo livre direito de pensar e de manifestação.
Ufal, em nota
KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.