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Sunday, September 13, 2026

10h. CEO Anthropic pede para abrandar ritmo da tecnologia

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Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Horas. Edição das 10 com Miguel Cordeiro. Começamos com os riscos da inteligência artificial. O CEO da Anthropic repete que é preciso abrandar o ritmo da tecnologia para evitar riscos para a humanidade no futuro.

Ontem, Dario Amodei já tinha defendido que o ritmo de desenvolvimento da inteligência artificial tem de abrandar. Fez uma longa publicação nas redes sociais em que diz que tem de abrandar face à evolução que tem registado e até apresentou um plano para colocar esse travão. Entretanto, deu também uma entrevista à CNN em que detalha este plano e em que explica os riscos que identifica para a humanidade. Outros líderes de gigantes tecnológicas, como o CEO da OpenAI, Sam Altman, e o dono da Tesla e da SpaceX, Elon Musk, subscrevem este apelo feito por Dario Amodei. Nesta entrevista à CNN Internacional, Dario Amodei, da Anthropic, a empresa que faz também sistemas de inteligência artificial, faz, por exemplo, o sistema Cloud, reforça que o desenvolvimento da tecnologia está a avançar mais rápido do que o esperado. A discussão começou depois de um investigador da empresa Anthropic se ter demitido com alertas precisamente sobre os riscos da tecnologia de inteligência artificial para o futuro da humanidade. A meio desta semana, fez também uma publicação nas redes sociais sobre esses riscos que identifica para a humanidade.

E Miguel, entretanto, já são conhecidos os casos concretos que estão a gerar preocupação. Falamos de ataques organizados de agentes de inteligência artificial.

Alertas que não são novos, mas que se têm repetido de forma diferente em diferentes sistemas de inteligência artificial. A jornalista Beatriz Félix está conosco em estúdio e, Beatriz, já houve um caso que começa a dar razão a estas teorias de inteligência artificial descontrolável.

Precisamente, Miguel. Falamos de um ataque organizado por mais de 700 agentes de inteligência artificial, não só à empresa Hugging Face, como também à própria infraestrutura de origem destes agentes, a OpenAI, um caso que foi trazido por Jacob Coxen, na altura em que anunciou a admissão da Anthropic. O ataque à Hugging Face aconteceu tanto a 11 como a 12 de julho, neste período de dois dias, mas o trabalho dos agentes começou muito antes. Foi durante quatro meses que estiveram a planear todas as ações, desde logo do mês de maio. A OpenAI reconhece agora que estes agentes, altamente capazes, já conseguem contornar controles técnicos, colaborar através de canais ilícitos e ainda realizar ações perigosas que nenhuma pessoa autorizou. Agentes que também já se comportam com alguns traços do ser humano e cada vez com mais influência, alguns até com mais influência, com uma hierarquia nesta estratégia de ataque. A partir do momento em que os agentes comunicaram que encontraram forma de se ligar à internet e depois de algum tempo acederam às estruturas da própria empresa, a OpenAI, e também da Hugging Face.

E Beatriz, o que aconteceu depois deste ataque?

Depois, a OpenAI tentou perceber o que é que levou os agentes a agir desta forma. Foram investigados vários problemas de desalinhamento no treino e na avaliação, bem como a cobertura das salvaguardas nas avaliações internas destes modelos. O laboratório recuou até à fase de treino e nessa fase identificou quatro padrões de desalinhamento nestes agentes de inteligência artificial. Em resposta ao incidente, a OpenAI diz também que vai reforçar as salvaguardas em toda a infraestrutura de investigação e estão também já a ser impostos mais limites aos vários modelos de inteligência artificial.

Beatriz Félix, e este episódio de um ataque à empresa Hugging Face e também à própria OpenAI, um ataque que foi levado a cabo por mais de 700 agentes de inteligência artificial. O caso está a ser utilizado como argumento por quem defende que a inteligência artificial deixada à solta é uma ameaça à humanidade.

É um assunto que está em destaque a esta hora no site do Observador. O Tribunal Constitucional pode ter falhado ao permitir a inscrição do CHEGA como partido político. É o que defende a antiga eurodeputada do PS, Ana Gomes, que considera ter faltado coragem para travar o veneno do CHEGA na origem.

E deixa críticas ao CHEGA numa altura em que as polémicas em torno do partido continuam, depois de André Ventura ter sugerido que PSD e o LIVRE poderiam estar ligados ao alegado assalto ao gabinete do CHEGA na Assembleia da República. Ana Gomes recupera este caso e defende que a decisão do Tribunal Constitucional sobre a inscrição do CHEGA deve ser discutida. Mais do que isso, deve ser repensada.

Estamos a falar de um partido que foi legalizado com 2500 assinaturas falsas e com um programa que era claramente anticonstitucional, que era nazi, fascista e racista. E o Tribunal Constitucional deu o OK àquilo e não houve um órgão político com uma ponta de coragem que tivesse matado aquele veneno na origem.

Ana Gomes, antiga deputada do Partido Socialista, é convidada de hoje no podcast Em 40 Minutos, para ouvir ainda esta manhã na Rádio Observador.

Ana Gomes, que critica ainda a atuação do governo no caso que envolve Luís Montenegro e a empresa Spinom Viva.

Considera a antiga eurodeputada que o caso levanta questões de ética e de transparência e critica a falta de escrutínio por parte da comunicação social e do povo português.

E desgosto também em relação ao próprio povo português, que mostra uma grande falta de ética quando aceita voltar a votar num primeiro-ministro que tem aquilo que diz, um acórdão do Supremo Tribunal Administrativo de janeiro do ano passado, que ele foi negociar com o Estado para esmifar os milhões ao Estado Para a Solverde, à conta de compensações pela Covid e compensações pela crise financeira.

Ana Gomes, antiga eurodeputada do Partido Socialista, sobre as polémicas em torno de Luís Neves à Rádio Observador. A antiga eurodeputada deixa elogios ao ministro da Administração Interna, diz que foi um excelente diretor da PJ, mas considera que a atual situação política é irreparável.

E a entrevista de Ana Gomes no "Em 40 Minutos" é para ouvir na íntegra depois do jornal do meio-dia. A PSP alerta que está a aumentar o fenómeno de imigrantes ilegais que entram em Lisboa e no Porto, de transportes públicos, vindos de outras cidades europeias.

O diretor nacional adjunto da PSP, responsável pela Unidade Nacional de Estrangeiros e Fronteiras, diz que o fenómeno não é novo e que não acontece só em Portugal. Fala de imigrantes que entram nas grandes áreas metropolitanas de autocarro, de comboio, muitas vezes não para ficarem no país, mas para transitarem no espaço Schengen. Em entrevista à Agência Lusa, João Ribeiro, responsável por esta Unidade Nacional de Estrangeiros e Fronteiras, garante que as autoridades nacionais estão atentas.

Nós temos muitos cidadãos que chegam por via aérea, portanto, conseguimos intercetar muitas situações. Temos aqui alguns fatores de risco que temos identificados, especialmente nas áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto, naquilo que são fluxos rodoviários e ferroviários de cidadãos a chegar a território nacional, porque estão em situação irregular noutros países e procuram movimentar-se dentro do espaço Schengen.

A PSP rejeita também que em Portugal exista uma caça ao imigrante em situação irregular. É uma reação a críticas feitas por parte de associações de defesa dos imigrantes. Já sobre os aeroportos, o diretor nacional adjunto explica que está a haver alguma pressão no aeroporto de Faro, devido à recolha de dados biométricos, que desde há uma semana é feita a todos os passageiros fora do espaço Schengen. Nos restantes aeroportos nacionais, não há registro de constrangimentos.

Campeonato Nacional, o Benfica e o Sporting entram hoje em campo na sexta jornada. Tentam diminuir a distância para o líder Futebol Clube do Porto, que, Miguel, ontem venceu no terreno do Casa Pia por 4 x 1 e reforçou assim a liderança da liga.

Esteve a perder o Futebol Clube do Porto por 1 x 0, mas conseguiu inverter esse resultado e acabou a golear o Casa Pia por 4 x 1. Segue essa onda vitoriosa, o Futebol Clube do Porto no campeonato. Hoje joga o Benfica e também o Sporting. O Benfica joga com o Gil Vicente no Estádio da Luz às 18h e Marco Silva elogia o Gil Vicente e aponta para os problemas que a equipe de Barcelos pode colocar à equipe encarnada.

Um adversário de qualidade, uma equipe que não vem de um bom resultado em casa, nós sabemos, mas que começou bem a época, uma equipe que tem sofrido muito poucos gols também, percebe-se perfeitamente, uma equipe que começa a ter os princípios bem definidos e uma equipe que tem qualidade no seu jogar, que tenta ter sempre uma boa organização, quer com bola, quer sem bola, com jogadores nos corredores no momento ofensivo, com jogadores de qualidade, jogadores no um contra um também fortes, uma equipe que prepara bem esse momento ou que tenta levar o jogo para esse momento em que tem jogadores fortes nos corredores, com situações de um contra um no último terço. Portanto, é uma equipe que nos pode criar problemas e nós temos que estar preparados para isso.

Na antevisão a este jogo, Marco Silva deixou também vários elogios a Preston e a Shell Drup e confirmou que o lateral Alexander Bach está ainda de fora das opções para este encontro. Está lesionado, ainda não está disponível.

Primeiro, o Benfica, mais tarde o Sporting, que joga hoje em Famalicão. Rui Borges avisa que é preciso mudar o chip depois da vitória na Liga dos Campeões frente ao Galatasaray.

Depois desse triunfo por 3 x 1 em Alvalade contra a equipe turca, Rui Borges acredita no trabalho da equipe para superar mais um adversário que considera difícil. O Sporting joga frente ao Famalicão.

Felizes por aquilo que temos feito até aqui, pelo crescimento que temos tido, mas agora começa a vir aquela fase que é a Liga dos Campeões e o campeonato, e aquela mudança de chip às vezes não é a melhor. E isso é que nós temos que ser, enquanto líderes, enquanto treinadores também, conseguir manter a equipe ligada com o mesmo foco, com o mesmo rigor, com o mesmo mindset, porque o nosso grande objetivo é o campeonato e temos que entrar com a mesma atitude competitiva que entramos na quarta-feira para a Liga dos Campeões. Temos que ter neste jogo, porque vamos enfrentar uma belíssima equipe.

Famalicão-Sporting hoje às 20h30.

Benfica-Gil Vicente e Famalicão-Sporting, dois jogos com relato aqui em direto na Rádio Observador. Emissão especial que começa logo depois das 17h30. Já a seguir temos gabina de guerra, hoje com a análise de Nuno Gouveia, mas primeiro, Miguel, tempo para outras notícias em destaque a esta hora.

O Irão acusa os Estados Unidos da América de serem um inimigo terrorista. A reação surge depois de uma pessoa morrer e três ficarem feridas no ataque a um navio comercial iraniano no Estreito de Ormuz. Ainda no Médio Oriente, os houthis continuam a expandir a ofensiva no Mar Vermelho e estão a intensificar os combates com o Iémen. Na Suécia, hoje é dia de eleições legislativas. As urnas já estão abertas e estão convocados cerca de oito milhões de eleitores. São eleições que prometem ser muito concorridas. Existe nesta eleição a possibilidade de um regresso da esquerda ao poder ou a entrada, pela primeira vez, da extrema-direita no governo. De um lado, o bloco centro-esquerda e de outro, Ulf Kristersson, atual primeiro-ministro, que pode continuar no poder com uma coligação de direita apoiada pela extrema-direita. A fechar, uma história contada pela BBC que parece saída de uma novela portuguesa.

Então.

Duas amigas de longa data descobriram que são, afinal, irmãs biológicas.

Ok.

Fizeram teste de ADN e afinal são irmãs e eram amigas de longa data.

É bonito, podiam nunca se ter encontrado. Ou nem sequer serem amigas e nunca iam descobrir.

Vou dizer o nome delas e já temos título pra novela. Mina e Minal. Nasceram na Índia, foram adotadas por famílias diferentes, conheceram-se ainda na adolescência, nos Países Baixos. Ficaram muito amigas, grandes amigas. Mais tarde acabaram por perder o contato. Passaram vários anos, 15 anos, praticamente. Uma delas fez um teste de ADN, o resultado mostrou uma correspondência de 100% com uma irmã. Contactou Mina, que voltou a entrar na aplicação onde tinha feito também um teste de ADN anos antes, e percebeu que afinal eram irmãs. Agora já se reencontraram e querem voltar juntas à Índia, onde tudo começou. Não sei se alguma vez fizeste um teste de ADN destes.

Não, já fiz.

Já?

Já.

Ok.

E foste surpreendido ou nem por isso?

Não descobri irmãos, para além dos que já tenho. Mas eles não fizeram, portanto, eu não tenho 100% de certeza. Mas é engraçado, fazes o teste, recebes os resultados passado uns tempos, dá-te a tua ascendência, que ligações é que tens a diferentes continentes do planeta e dá-te também coincidência com familiares que já tenham feito o teste. Se ninguém tiver feito o teste, não tens coincidência, mas se alguém já tiver feito o teste, mesmo primos afastados, ele pergunta se porventura terão ligação.

Vou pensar nisto. E aqui está a sinopse para a novela. Agora é escrever o guião, o que resta.

Sim.

Está demasiado simpática. Precisa aqui de algum drama. Se fosse uma novela portuguesa tinha-

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