Aliados e rivais dos Estados Unidos pelo mundo reagem ao resultado da eleição americana; veja

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O preço de referência do petróleo no mercado internacional foi negociado abaixo de US$ 100 o barril pela primeira vez em quase um mês. As bolsas europeias subiram.

Derrota eleitoral de Trump repercute no mundo
Aliados e rivais dos Estados Unidos reagiram, pelo mundo, ao resultado da eleição americana.
Sentimentos que vão da esperança à incerteza, do medo à euforia. Na Espanha, Pedro Sánchez disse que os americanos votaram contra o ódio, o machismo, o negacionismo climático e os privilégios das elites, e prevê: a extrema direita está desmoronando. O governo francês, ocupado com questões internas, foi mais cauteloso:
“A reação de Trump à derrota é imprevisível”, disse o ministro da Economia, Roland Lescure.
A cúpula europeia também evitou festa. A chefe da diplomacia do bloco, Kaja Kallas, falou apenas que espera mais apoio americano à Ucrânia. O Kremlin disse apenas que espera que a derrota não atrapalhe os esforços de Trump para negociar o fim da guerra.
Aliados e rivais dos Estados Unidos pelo mundo reagem ao resultado da eleição americana — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução
Na China, há dúvidas sobre o futuro das relações comerciais entre Pequim e Washington. E, em Israel, medo de que o novo Congresso americano reduza o apoio e as armas a Benjamin Netanyahu. No Irã, o líder supremo, Mojtaba Khamenei, disse que se enganam aqueles que esperam uma mudança na atitude dos Estados Unidos com o Irã.
O preço de referência do petróleo no mercado internacional foi negociado abaixo de US$ 100 o barril pela primeira vez em quase um mês. As bolsas europeias subiram, mas existe o temor de que Donald Trump, enfraquecido internamente, inicie uma nova guerra comercial contra a Europa. Ainda faltam dois anos. Trump perdeu o controle do Congresso americano, não o poder de influenciar o Velho Continente.
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