Presidente Lula, que concorre à reeleição pelo PT, defende manter a atual política de valorização do salário mínimo

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Candidato também defendeu a necessidade de aumentar investimentos em infraestrutura para melhorar o ritmo de crescimento da economia.

O presidente Lula, PT, defendeu manter a política de valorização do salário mínimo
O Jornal Nacional mostrou como foi o dia de campanha dos dois candidatos à Presidência da República nesta quinta-feira (8). O presidente Lula, que concorre à reeleição pelo PT, defendeu manter a atual política de valorização do salário mínimo.
A agenda de Lula começou cedo no Palácio da Alvorada com várias reuniões. Primeiro, chegaram integrantes da equipe responsável pela estratégia da campanha. Entre eles, o governador reeleito do Piauí, Rafael Fonteles, do PT, escolhido para coordenar a comunicação nesse segundo turno. Depois, se reuniu com o secretário de Comunicação Social da Presidência, Sidônio Palmeira, e com o ministro da Fazenda, Dario Durigan.
O presidente da Câmara, Hugo Motta, também se reuniu com Lula. Ele ficou por uma hora no Alvorada. No primeiro turno, o presidente da Câmara apoiou Lula na Paraíba. No escritório de campanha, Lula defendeu a necessidade de aumentar investimentos em infraestrutura para melhorar o ritmo de crescimento da economia:
"A única chance da gente fazer com que a dívida diminua, efetivamente, é você gastar em coisas que são necessárias para o país. Você fazer investimento em ativos que significam aumento de patrimônio desse país: uma ferrovia, uma hidrelétrica, uma rodovia. E, ao mesmo tempo, você fazer a economia crescer com muito investimento em obras de infraestrutura. E isso nós sabemos fazer".
Presidente Lula, que concorre à reeleição pelo PT, defende manter a atual política de valorização do salário mínimo — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução
O candidato à reeleição falou em manter a política de valorização do salário mínimo atrelada ao crescimento da economia:
"Por que que o aumento? Porque o PIB, o resultado do crescimento da riqueza produzida por você, por mim e por 215 milhões de habitantes. É justo que, quando a economia cresça 2% ou 3%, e você pega esse crescimento do PIB e reparta para os trabalhadores. E os aposentados continuam sendo trabalhadores".
A coordenação de campanha de Lula fechou a agenda dos primeiros atos de rua no segundo turno, com foco no Nordeste e no Sudeste.
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