The Jerusalem PostThousands of Christians visit West Bank settlements in support after European sanctions, trade bansInquirerPidsog pushes 3 measures to expand maternal care, vaccine accessESPNUSMNT player ratings: Richards scores, steadies backline to get 8/10 in win over ChileESPN DeportesEN VIVO: Cubs rompe No-Hitter a King en la séptimaCNN TürkTÜRKİYE - BELÇİKA MAÇI NE ZAMAN? Milli maç nerede, hangi stadyumda oynanacak? Belçika-Türkiye maçı tarihi, saati ve canlı yayın bilgileri...Capital FMRuto, Dangote Set to Break Ground on Sh2.2tn Lamu Oil Refinery Amid Land DisputeThe Sydney Morning HeraldFremantle councillors lament nasty turn in tree debate as they push ahead with oval plansالشرقبعد موافقة مجلس النواب.. ماذا نعرف عن التعبئة العامة في اليمن؟Il Fatto QuotidianoPerché il centrosinistra fatica a trovare un leader unitario: la spiegazione nella sua ‘natura’SportstarAsian Games 2026 LIVE Updates, Day 12: India mixed, women's archery compound teams win gold, Sunil to contest for bronze in Greco-Roman wrestling; Squash women's team reaches semifinalSouth China Morning PostThere’s been buzz around Carney for a prize long coveted by TrumpCNN بالعربيةبالأسماء.. الوفد المرافق لنائب رئيس الإمارات بزيارة السعودية وتعليق الأمير خالد بن سلمان على اللقاء
The Daily Newsstand · Free, Always
Wednesday, September 30, 2026

Vínculos com Lula, Flávio Bolsonaro e Cláudio Castro marcam debate entre candidatos no RJ

Translate

O vínculo com o presidente Lula (PT), o senador Flávio Bolsonaro (PL), candidatos à Presidência, e o ex-governador Cláudio Castro (PL) marcou o debate entre os postulantes ao Governo do Rio de Janeiro nesta terça-feira (29) promovido pela TV Globo.

O ex-prefeito do Rio de Janeiro Eduardo Paes (PSD) foi cobrado por não divulgar o apoio do petista. O presidente da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro), Douglas Ruas (PL), por sua vez, citou Flávio a todo momento para se vincular ao senador, de olho nos votos bolsonaristas. Foi, contudo, cobrado por sua ligação com Castro.

As falas reproduziram as estratégias adotadas desde o início da campanha, em agosto. Enquanto Paes busca associar Ruas ao desgastado Castro, o candidato do PL quer atrair os votos de bolsonaristas se apresentando como um representante de Flávio no estado em que a maioria pretende votar no senador.

Em sua primeira fala, Ruas citou duas vezes Flávio Bolsonaro ao fazer um questionamento sobre transporte para Eduardo Paes e promessas antigas de conclusão da linha 3 do metrô, que ligaria São Gonçalo ao centro do Rio de Janeiro.

"Sei que ele [Paes] não gosta do Flávio Bolsonaro, mas nessas horas é preciso deixar a política de lado para pensar nas pessoas", disse o candidato do PL.

Em sua resposta, o ex-prefeito descreveu Ruas como o "reserva do Rodrigo Bacellar", em referência ao ex-presidente da Alerj preso sob acusação de vazar informação de uma operação policial que mirava um outro membro da Assembleia ligado ao Comando Vermelho. Também buscou vinculá-lo a Castro.

"Acabou de falar o secretário das Cidades do Cláudio Castro, que é o reserva do Rodrigo Bacellar. Substituiu o Rodrigo Bacellar na presidencia da Alerj e também na candidatura do governo do estado porque foi preso por ligação com o Comando Vermelho", disse o candidato do PSD.

O presidente da Assembleia também defendeu o senador das críticas do vereador William Siri (PSOL), que chamou Flávio de "miliciano bandido que quer ser presidente do nosso país". "Você é jovem, não entra nessa. Não se iguale ao Eduardo Paes e à velha política."

Na interação com o candidato do PSOL, que declarou orgulho ao apoiar Lula, Ruas cobrou Paes por evitar a exposição da aliança com o petista.

"Que bom que você assume o Lula. Mas tem gente que recebe o Lula e nem posta na rede social. O Eduardo Paes tem o Lula e cisma em esconder", disse o candidato do PL.

Paes repetiu que não pretende terceirizar a responsabilidade sobre seu governo.

"Por que não fico com esse papo deles de Bolsonaro, de Lula? Porque aqui tem um governador que quer cuidar do Rio de Janeiro. O Rio de Janeiro precisa ser prioridade. O que vimos acontecer ao longo dos tempos, principalmente desde 2018, foi esse mesmo roteiro. O candidato Wilson Witzel se apresentava como o cara do Bolsonaro e renovação da política. Deu no que deu. O Cláudio Castro, a mesma coisa. Você acha que é a renovação sendo o reserva oficial do Rodrigo Bacellar?", questionou o ex-prefeito ao candidato do PL.

Paes, contudo, foi cobrado até pelo empresário André Marinho (Novo) por suas trocas de posicionamentos políticos. Ele mencionou os acenos do ex-prefeito ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) nas eleições de 2018, quando disputou o governo estadual com Witzel.

"Lembro que ligou gaguejante suplicando pelo apoio de Jair Bolsonaro prestes a tomar a surra que acabou tomando", disse Marinho.

O ex-governador Anthony Garotinho (Republicanos) atacou tanto Ruas como Paes. Ele chamou a Alerj, comandada pelo candidato do PL, de superintendência do crime organizado e "a maior quadrilha do Rio de Janeiro". Contra o ex-prefeito, mencionou aliados citados na lista apreendida com o bicheiro Adilson Coutinho Oliveira Filho, conhecido como Adilsinho.

Ao mesmo tempo, o ex-governador foi chamado de "fiscal retroativo do estado" e "Léo Dias da política" por Marinho.

Um dos momentos de maior tensão envolveu a menção por Ruas da investigação arquivada contra o deputado Pedro Paulo (PSD), candidato ao Senado, sob suspeita de agressão à ex-mulher. De frente a Paes com o dedo em riste, o presidente da Alerj questionou a inclusão do aliado na chapa.

"Não basta fazer discurso. É importante que dê o exemplo. Você apresentou como capitão do seu time o Pedro Paulo, um agressor de mulheres", questionou Ruas.

Da plateia, o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Cavaliere (PSD), chamou o presidente da Alerj de mentiroso.

Paes respondeu que o inquérito contra o aliado foi arquivado e acusou o irmão do presidente da Alerj de agredir a mulher.

View the original on UOL →

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.