Alunos passam mal em escola de Uberlândia após sentirem forte cheiro em sala de aula

Alunos do ensino médio de uma escola estadual de Uberlândia, passaram mal após uma substância não identificada ser dispersada dentro da sala de aula nesta quarta-feira (30). O caso aconteceu durante a quarta aula, depois do recreio.
Segundo a Polícia Militar, os estudantes começaram a apresentar irritação e dor na garganta, tosse e, em alguns casos, falta de ar. Eles deixaram a sala e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado para atender alguns dos alunos.
Houve suspeita de que a substância pudesse ser spray de pimenta, mas a informação não foi confirmada.
A TV Integração pediu um posicionamento sobre o caso à Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE/MG), mas não recebeu retorno até a última publicação desta reportagem.

Agora no g1
Adolescente foi encaminhado com o pai à delegacia
Os militares informaram que a direção da escola verificou mochilas e bolsos de estudantes na tentativa de localizar o objeto que teria liberado a substância. Durante a ação, foi encontrada no bolso da blusa de frio de um adolescente uma porção de material esverdeado semelhante à maconha e um isqueiro.
Segundo o boletim de ocorrência, o adolescente afirmou que o material era maconha. O pai dele foi chamado à escola e acompanhou o filho durante os procedimentos.
O adolescente foi levado para a Unidade de Atendimento Integrado (UAI) Roosevelt para avaliação médica e, depois, encaminhado à Delegacia de Plantão. O material encontrado foi apreendido.
A Polícia Militar não localizou o dispositivo usado para dispersar a substância irritante e não identificou quem teria provocado o episódio. Também não foi estabelecida relação entre o material semelhante à maconha encontrado com o adolescente e os sintomas apresentados pelos demais estudantes.
A ocorrência foi registrada como uso e consumo de drogas e substância irritante em ambiente escolar.
A TV Integração também procurou a Polícia Civil para saber sobre a investigação do caso, mas não recebeu uma resposta até a última atualização desta reportagem.
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