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Monday, October 12, 2026

Campanha de Flávio contesta corregedor por decisão sobre “Exército do Lula”

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A campanha de Flávio Bolsonaro (PL), definiu como "estarrecedora" a decisão do corregedor do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Ricardo Villas Boas Cueva, que determinou, neste domingo (11), a retomada do canal "Exército do Lula", administrado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG).

"É estarrecedora a adoção de decisões que revelam complacência com a descarada disseminação de fake News a favor de Lula. O canal de fake News que havia sido derrubado pela Presidência do TSE não apenas disseminava conteúdo falso abertamente, como também orientava milhões de seguidores a se comportarem de forma a fugir dos controles da Justiça Eleitoral e da própria Plataforma. É acintoso", escreveram em nota.

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A classificação se refere à suspensão da decisão do presidente da Justiça Eleitoral, Kassio Nunes Marques, que, mais cedo, determinou a derrubada do canal "Exército de Lula", criado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG).  

Na decisão, Cueva determinou o retorno imediato e provisório do canal. Agora, a palavra final caberá ao plenário da Corte.

"Nesse contexto, e considerando que a suspensão integral do canal foi determinada antes da conclusão das diligências destinadas à regularização da
instrução probatória, entendo necessário restabelecer provisoriamente seu funcionamento, até que o Plenário desta Corte examine a controvérsia, sem prejuízo de reavaliação diante de elementos supervenientes que justifiquem providência mais restritiva", argumentou o corregedor.

Confira a nota na íntegra:

É estarrecedora a adoção de decisões que revelam complacência com a descarada disseminação de fake News a favor de Lula. O canal de fake News que havia sido derrubado pela Presidência do TSE não apenas disseminava conteúdo falso abertamente, como também orientava milhões de seguidores a se comportarem de forma a fugir dos controles da Justiça Eleitoral e da própria Plataforma. É acintoso.

As diversas ações na Justiça Eleitoral possuem conteúdos distintos e efeitos diversos. Jamais se colocou ao Corregedor, na imensa Ação de Investigação Judicial Eleitoral movida por sistemática disseminação de fake News em favor de Lula, o descumprimento flagrante do Plano de Conformidade que foi firmado entre o Grupo Meta e a Justiça Eleitoral.

Não há uma linha sequer na AIJE sobre isso, pelo simples motivo de que a competência para essa fiscalização é do Presidente e não do Corregedor. Ao Corregedor, compete analisar a prática de abuso de poder. Ao Presidente, controlar o Plano de Conformidade firmado com as Plataformas, que jamais deveriam permitir a instrumentalização de seus canais para fins ilícitos.

O único objetivo da campanha é o cumprimento da lei e o combate às fake News. Que esse seja o objetivo de todos. O contexto é de claro atropelo. Mais uma vez a favor da fake News. Sempre a favor de Lula.

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